segunda-feira, 30 de junho de 2014

Auto da Barca do Inferno – O Onzeneiro
Da obra «Auto da Barca do Inferno» de Gil Vicente, a cena de que eu mais gostei foi a do «Onzeneiro».
A meu ver, o «Onzeneiro» era avarento, desonesto e materialista. Ele enganava as pessoas, cobrando juros excessivos pelos empréstimos que fazia ilegalmente, portanto só pensava em dinheiro. O seu símbolo cénico era o «bolsão», símbolo da sua ganância.
Eu acho que os argumentos de acusação foram justos, já que ele era ganancioso e só pensava nele próprio. O «Onzeneiro» usou como argumento de defesa o facto de trazer o «bolsão» vazio, no entanto, eu concordo com o Anjo pois, independentemente do «bolsão» estar ou não vazio, o seu coração continuava cheio de maldade.
Para concluir, considero que o seu destino foi justo pois, sendo ele pecador, foi condenado ao Inferno.


Beatriz Félix - 9ºA
Auto da Barca do Inferno – Joane, o Parvo
O «Auto da Barca do Inferno», escrito por Gil Vicente, foi um texto dramático que li e analisei. De todas as cenas que o integram, eu gostei mais da do «Parvo».
Gostei mais desta cena pelo facto de ser bastante engraçada, devido aos tipos de cómico que apresenta. Admiro o «Parvo» por poder dizer o que quiser das outras personagens e por não ser castigado, devido à sua condição de pobre de espírito. Quando Joane se dirige à barca do Anjo, não entra logo, ficando à espera, segundo a indicação do Arrais do Paraíso. Ao ficar no cais, vai criticando algumas das personagens que por lá passam. Algumas dessas críticas, que atacam a sociedade da época, provocam o cómico.
Em conclusão, esta é a minha cena favorita, cuja representação a que assisti no teatro foi muito divertida.


Marcelo Fernandes - 9ºA
Os Lusíadas – Inês de Castro
O episódio de «Os Lusíadas» de que eu mais gostei foi o de «Inês de Castro», por achar que é um episódio muito sentimental.
Inês de Castro e D. Pedro gostavam um do outro, mas o pai de D. Pedro não concordava com isso. Então ele mandou matar Inês, porque pensava que assim ele deixaria de gostar dela, mas estava enganado. D. Pedro nunca mais quis voltar a casar.
Inês dirigiu-se ao Rei para tentar convencê-lo a não a matar. Mas, mesmo assim, ela morreu, triste e magoada, por deixar o seu príncipe e os seus filhos órfãos. D. Pedro, quando descobriu o que o seu pai fez, ficou muito triste e desiludido. As ninfas do Mondego, de tanto chorarem pela morte de Inês, deram origem à Fonte dos Amores.
Para concluir esta apreciação sobre o episódio, quero dizer que gostei muito dele, por transmitir sentimentos intensos e contraditórios como o amor, paixão, ódio, mágoa…

Sandra Fernandes - 9ºE
Os Lusíadas – Inês de Castro
O episódio de «Os Lusíadas» de que eu mais gostei foi o de «Inês de Castro», que pertence ao canto III.
O motivo pelo qual este é o meu episódio preferido é a coragem demonstrada por Inês e D. Pedro, pois ambos se sacrificaram pelo amor que os unia. Esse amor era lindo e enorme, mas acabou, por Inês pertencer ao Reino de Castela e por ela não ser princesa. Inês não se importou de correr riscos para viver a intensa paixão que sentia.
Inês e D. Pedro chegaram a ter filhos que ficaram órfãos de mãe, porque o Rei de Portugal, D. Afonso IV, pai de D. Pedro, como não permitia aquela união e eles persistiram, mandou matar a bela moça castelhana que depois de ser morta foi rainha. No entanto, Inês foi condenada à morte não só por decisão do maldoso Rei, mas também por influência do povo a quem não agradava muito que D. Pedro casasse com uma mulher pertencente ao Reino de Castela, devido ao medo de se perder a independência portuguesa.
Concluindo, gostei muito deste episódio, porque relata uma história de amor que achei marcante e emocionante.

Márcia Sousa - 9ºE
O Avarento
Eu li um excerto da comédia «O avarento», de Molière.
As personagens presentes eram Harpagão e Flecha. O primeiro era um patrão muito avarento e o segundo era um pobre empregado que foi despedido por ele. Harpagão, o velho avarento, vivia num medo constante que o seu empregado descobrisse onde escondia o seu dinheiro. Então despediu-o. A personagem principal é, portanto, muito desconfiada e trata muito mal Flecha.
 Ainda não terminei de ler este texto dramático, mas já percebi que promete ser uma leitura muito engraçada.

Bruno Carvalho – 8º A
Só por Mal
Eu li o texto de Adriano correia de Oliveira «Só por Mal». Trata-se de um texto poético, constituído por duas quadras e dois tercetos, ou seja, um soneto.
Percebi que o sujeito poético corresponde às árvores que se queixam de, no momento presente, se encontrarem «mortas, de rastos, pelo chão!», destruídas pelo homem. Contudo, elas argumentam que lhe tinham dado muitas coisas: «doces frutas saborosas», sombra no verão, companhia em momentos de solidão, perfume, material para mobiliário e lenha para acender as lareiras, no inverno. Mesmo assim, o homem mata-as e, por vezes, sem necessidade, daí o uso do título «Só por Mal». Assim se relaciona o título com os últimos dois versos «Mas só nos dói a ingratidão sofrida/ Dum mal inútil, - feito só por mal!».
Gostei deste texto, porque nos leva a refletir sobre algumas agressões à Natureza que por vezes acontecem e essa reflexão ajuda-nos a mudar comportamentos.     

Lúcia Lima – 8º A

sexta-feira, 23 de maio de 2014

O Mostrengo/ O Gigante Adamastor

Eu li o poema de Fernando Pessoa “O Mostrengo” e, desde logo, percebi que havia grandes semelhanças entre esse texto poético e o episódio de “Os Lusíadas” – “O Gigante Adamastor”.
Tanto no poema como no episódio, existem figuras que, à primeira vista, pelo seu aspeto físico ser terrível, metem medo – o Mostrengo e o Adamastor, respetivamente. Estes aparecem aos Portugueses no meio do mar com o objetivo de assustar os marinheiros, por isso se mostram assustadores, medonhos e maus. Ambos consideravam que o mar lhes pertencia e, por isso, os Portugueses não deviam passar por lá. Apesar do medo que sentiram, “O homem do leme” e Vasco da Gama, cheios de coragem, enfrentaram os monstros e conseguiram ultrapassá-los, graças à sua determinação. O “O homem do leme” chegou a afirmar que simbolizava um povo e que a vontade de cumprir a vontade de D. João II era mais forte que o medo que sentia. Também Vasco da Gama prosseguiu a viagem para a Índia, apesar do medo que sentiu do Adamastor, tal como ele próprio narrou: “Arrepiam-se as carnes e o cabelo/ A mi e a todos só de ouvi-lo e vê-lo.”.
Para finalizar, considero que estes dois textos glorificam os heróis portugueses que se aventuraram por mares desconhecidos, enfrentando todos os perigos e obstáculos que lhes surgissem.
Márcia Sousa - 9ºE
Os Lusíadas – O Gigante Adamastor

Estavam os Portugueses calmamente a navegar, quando surgiu uma nuvem negra que escureceu os ares e depois um ser gigantesco e horroroso.
O Adamastor não percebia o porquê daquele povo tentar ultrapassar limites proibidos e ameaçou-os com desgraças e naufrágios. O capitão, Vasco da Gama, perante estas ameaças, confrontou-o e o gigante mudou a sua atitude.
Então o monstro decidiu contar a sua história, dizendo que tinha lutado contra os deuses, mas viu-se obrigado a desistir, face ao seu amor por Tétis. Contudo, ela enganou-o e ele decidiu ir viver para um local onde ninguém o visse a chorar. No final do seu discurso, o gigante, agora um ser frágil, vítima do amor, desaparece e deixa o caminho livre aos Portugueses.
A meu ver, este episódio simboliza os grandes obstáculos que os Portugueses tiveram de ultrapassar, em particular, o próprio medo do desconhecido.


Ana Catarina Peixoto - 9ºA
Equador

Eu li um excerto do romance “Equador”, de Miguel Sousa Tavares.
De acordo com o que entendi, a personagem principal, Luís Bernardo, era um português que tinha ido para S. Tomé e Príncipe para exercer o cargo de Governador dessa colónia, nomeado pelo rei D. Carlos. O seu principal objetivo era descobrir se os colonos portugueses ainda usavam trabalho escravo. Ele teve algumas dificuldades de adaptação, uma vez que o clima era muito quente e húmido. Os colonos também não viam com bons olhos a presença de um governador tão jovem e com “ideias novas”. Assim, quando o seu amigo de Lisboa, joão Forjaz, o visitou em S. Tomé e Príncipe, achou-o muito mudado: mais triste e pensativo.
Será que Luís Bernardo consegue cumprir os objetivos da sua governação? Para saber, terei de ler todo o romance. Leiam-no também, pois tem uma história muito bem contada.


Elsa - 8ºA
Uma Aventura no Caminho do Javali

Eu li o livro “Uma Aventura no Caminho do Javali”, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, e achei-o muito interessante.
A história resume-se ao seguinte: tudo começou quando um estranho javali surgiu por entre o arvoredo e correu atrás de Chico, Pedro, João, Teresa e Luísa. Faial corria atrás do enorme javali. A sua salvação foi que avistaram um trator e subiram para cima dele. Dentro do trator, encontravam-se umas máquinas fotográficas e um fato para ir a uma festa. De seguida, apareceu um homem numa moto (o dono daquilo tudo). Puseram-se na conversa e descobriram que o homem, que se chamava Pepe, ia para a mesma festa que eles, o casamento de Sandro Santolini. Pepe ia fotografar o casamento do Santolini às escondidas, porque ele não queria aparecer em revistas, mas precisava da ajuda dos cinco para entrar à socapa na herdade do Santolini.
Mais tarde, já na herdade, Chico, Pedro, João, Teresa e Luísa deram de caras com uma cozinha cheia de bolos onde aproveitaram para comer alguns que já estavam preparados para eles e para os restantes atores. Depois de já terem comido tudo, foram para os ensaios que estavam a decorrer dentro da herdade do Santolini.       
Depois, no final do espectáculo, foram jantar. No momento em que jantavam, sucedeu um assalto, os assaltantes ameaçavam rebentar com a herdade e também cortar uma orelha a Santolini e mandá-la por correio ao seu irmão, se ele não soltasse da prisão os seus cúmplices.
Enquanto eles ameaçavam Santolini; Pepe, Pedro, Chico, João, Teresa e Luísa apanharam os assaltantes e detiveram-nos.
Passado algum tempo, Santolini convidou-os para irem ao seu casamento com outra rapariga e também convidou Pepe para ser o seu fotógrafo de casamento.
Se gostam de ler aventuras divertidas, leiam este livro, pois eu diverti-me muito.
     
Bruno castro – 8ºA
O Carnaval da Vitória

Nas aulas de português, lemos e analisamos o conto do escritor angolano, Manuel Rui Alves Monteiro, “O Carnaval da Vitória”.
O carnaval da vitória era um porco que tinha perdido a mãe, quando ela ensinava a sua ninhada a atravessar a estrada. Os vários porcos tiveram diferentes destinos e o carnaval da vitória foi viver para um apartamento com o seu novo dono, Diogo. O porco alimentava-se com os restos de comida de um hotel. Como o dono não queria que se soubesse que tinha esse animal no apartamento, quando ele roncava, punha a música alto; lavava-o todos os dias, assim como o local onde ele se encontrava. É claro que o Diogo só pretendia engordá-lo para depois o matar, mas os seus filhos, o Zeca e o Ruca, sentiam afeto pelo porco.
O que eu achei mais engraçado nesta história foi o facto de o porco passar o tempo a ouvir música com uns fones improvisados. Reparei também que existem algumas diferenças entre o português europeu e o de Angola, principalmente na pronúncia, isto porque ouvimos o texto em Português de Angola.

                                                                                               Diogo Fernandes - 8ºA
Primeira Paixão

Quando, na aula de português, lemos o texto do Plano Nacional de Leitura “Primeira Paixão”, de António Mota, fiquei sensibilizada com a história.
Havia a personagem Deolinda que era uma jovem muito bela e com um belo sorriso. Ela usava umas sandálias muito gastas e então foi pedir ao Guilhermino Bicho que as consertasse. No entanto, este achava que as sandálias já não tinham conserto. Contudo, o narrador, que também lá trabalhava, ficou tão impressionado e ao mesmo tempo cheio de admiração por ela, que decidiu fazer umas sandálias novas. Demorou dois dias a fazê-las, enquanto o seu mestre o ia incentivando.
Quando a obra estava pronta, sentiu um imenso orgulho pelo trabalho que fizera, pois foi o primeiro par de calçado que produziu. Satisfeito, foi oferecer as sandálias à Deolinda.
Gostei muito deste texto, porque achei correta a atitude do narrador, uma vez que ele percebeu as dificuldades de Deolinda e concluiu que ela não podia comprar umas sandálias novas. Então teve este gesto de generosidade para com ela.


Armanda Sousa - 8ºA
Darei vida aos teus dias

 O livro “Darei vida aos teus dias”, escrito por Anne-Dauphine Julliand, mostra que devemos acreditar sempre que a felicidade é possível. É muito interessante e emocionante.
Este livro fala de uma família perfeitamente normal, um casal feliz, dois filhos pequenos, Thais e Gaspard, e um bebé a caminho. Até que um dia, ao passear pela praia, a forma como Thais vira o pezinho ao andar altera tudo: padece de uma doença genética rara chamada leucodistrofia metacromática. A menina mais tarde ou mais cedo iria falecer, não havia uma data certa, um dia, uma hora,um minuto ou um segundo sequer, mas os seus pais vão fazer de tudo para transformar uma situação tão constrangedora numa situação normal. Esta família teve de mudar muito o seu quotidiano. Mas é melhor lerem o livro para perceberem bem a história.
Eu, em concreto, gostei muito do livro, não tenho parte preferida, porque gostei bastante de todas as partes do livro; a cada página que virava, só me apetecia ler mais e mais, é mesmo interessante. Serve para muitas pessoas entenderem que uma doença rara que nos pode levar a falecer pode não ser tão negativa, se vivermos cada dia como se fosse o último. Gostei muito de uma frase que a mãe diz que é a seguinte: “A morte não é grave. É triste, mas não é grave”. Os pais dessa criança fizeram-na sentir-se igual a todas as outras.
Se o lerem, tenham muita atenção a cada palavra, foi a própria mãe da criança que o escreveu. Eu já o li duas vezes e sou capaz de o ler muitas mais. Espero que tenham a iniciativa de o ler e que gostem tanto como eu gostei.

Verónica Gonçalves – 8ºA
O conto da Ilha Desconhecida

Quando li "O conto da ilha desconhecida", de José Saramago, achei a história interessante. 
O texto fala-nos de um homem misterioso que vai ao encontro de um rei, mas este não gostava de atender os pedidos dos outros mas sim receber obséquios. No entanto, o  homem é persistente e não desiste. Ao fim de três dias, o homem ainda não tinha saído da porta das petições, então o rei foi ter com ele...
O rei perguntou-lhe o que ele queria, e ele disse-lhe que queria um barco para ir procurar a ilha desconhecida. O rei não estava convencido de que ainda existiam ilhas desconhecidas  mas o homem foi-lhe dando a volta até que o convenceu. No entanto, o homem é que teria de arranjar a tripulação para o barco. Aí é que ele encontrou problemas, pois ninguém acreditava no seu projeto, apenas a mulher da limpeza do palácio, que o tinha seguido, aceitou o seu convite.
Se quiseres saber o resto da história, aconselho-te a lê-la, pois é apelativa.


 Margarida Castro – 8ºA
Novas Crónicas da Boca do Inferno

Nas aulas de português, foi pedido aos alunos da minha turma que escolhessem um livro para ler, no âmbito do Plano Nacional de Leitura. Eu escolhi o livro “Novas Crónicas da Boca do Inferno”, de Ricardo Araújo Pereira.
Este é um livro de crónicas que consiste em transformar alguns dos assuntos mais polémicos e discutidos na sociedade que são chatos e demasiado sérios em comédia irónica.
A crónica de que mais gostei foi a que se intitula “IKEA: enlouqueça você mesmo”. Esta crónica usa bastante ironia, como se pode verificar no título que quer dizer que uma pessoa enlouquece porque normalmente é a própria pessoa que tem de montar os móveis, o que pode vir a dar uma grande dor de cabeça. Agora vou passar a citar algumas ideias mais caricatas da crónica: o narrador começa por gozar com o nome e com a forma como se pronuncia - será que se diz «Iqueia» ou «I quê à» e será que é «o» IKEA ou «a» IKEA? Outra das ideias é comparar os móveis da IKEA a legos, porque os legos na mente de uma criança podem ser um arranha-céus; e as tábuas e os parafusos da IKEA podem ser móveis na mente de um adulto. Outra das ideias do autor é também fazer troça de quem pensa que os móveis da IKEA são bons e baratos, porque na verdade são um monte de tábuas e parafusos que, com um pouco de sorte e a ajuda de Deus, podem vir a ser móveis bons e baratos.
Eu gostei bastante deste livro e acho que todos os leitores deste blogue devem lê-lo, pois é um livro que mistura a mais fina ironia com o humor mais requintado.

Marcelo Rocha – 8ºA
A Foto

Na aula de Português, a professora resolveu ler o texto de Luís Fernando Veríssimo, “ A Foto “.
Era uma família enorme, que queria tirar uma foto com os bisavôs, uma vez que o bisavô estava a “dar as últimas”.
O problema é que quem tirasse a fotografia não aparecia nela. Então, aí, formou-se uma enorme discussão. Queriam que Castelo, genro mais velho, a tirasse, mas ele não aceitou. O outro genro, Mário César, ofereceu-se, mas a esposa, Bitinha, não aceitou. Foi sugerido o neto Dudu, mas a sua mãe, Andradina, não concordou e por isso impediu que tal coisa acontecesse. Até que, o próprio bisavô se ergueu e arrancou a câmara da mão de Castelo. Ninguém achou bem tal solução, pois o bisavô tinha de aparecer na foto, mas mesmo assim, ele acabou por tirar a fotografia. E depois, cansado e zangado de tanta discussão, foi dormir.
Eu achei que os familiares não foram sensíveis e compreensivos, pois transformaram um momento que deveria ser de união familiar numa grande discussão. Assim, o bisavô acabou por ser o mais sensato de todos.
Diana Marília Sousa da Silva - 8ºA 
O conto da Ilha Desconhecida

Na aula de Português, lemos um texto muito interessante, que tinha como título “O conto da Ilha Desconhecida” e era da autoria de José Saramago.
Havia um homem que queria um barco, por isso foi pedir um emprestado ao rei. Teve de esperar muito tempo, porque o rei mandava sempre alguém ir à porta das petições ver o que as pessoas queriam, porque ele estava sempre na porta dos obséquios (obséquios que lhe faziam a ele). Mas o homem insistiu que queria falar com o rei. Quando o monarca lá chegou, perguntou o que ele queria, o homem respondeu que queria um barco e o rei deu uma gargalhada. Entretanto perguntou-lhe para que queria ele o barco e o homem respondeu que era para ir à procura da ilha desconhecida. O rei, disfarçando o riso, disse que já não existiam ilhas desconhecidas. Depois de uma troca de palavras, o rei aceitou emprestar o barco ao homem, mas era só o barco, ele é que teria de arranjar os marinheiros.
No momento em que ele tentou encontrar tripulação, não conseguiu, porque ninguém o queria acompanhar à procura de uma ilha desconhecida, apenas conseguiu arranjar uma senhora das limpezas que foi com ele.
Com este texto, verifiquei que o rei só se importava com ele. Enquanto uns gostam de ajudar; outros apenas gostam de ser ajudados.
Daniela Ribeiro - 8ºA
O Medalhão de Ouro

Eu li o conto “O medalhão de Ouro”, de Leon Garfield.
A história passa-se em Londres. A personagem principal é uma senhora muito misteriosa chamada Donia Vassilova. Ela, depois de sair dos Correios de Charing Cross, acha que está a ser seguida por alguém, embora não tenha a certeza porque estava no meio da multidão.
Eu considero que é um texto que nos deixa na expectativa do que vai acontecer, o que nos desperta a curiosidade.
Bruno Carvalho - 8ºA
O Caso da aluna desaparecida

“O Caso da aluna desaparecida” é o título do último livro que li dos autores Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira. É um livro muito interessante que demonstra como os adolescentes se iludem frequentemente.
No livro referido, é contada a história de uma aluna que desaparece numa festa noturna, na escola. Os seus amigos ficam preocupados e decidem procurá-la, com a ajuda da família dela. Então, partem à sua procura, e no fim… deixo por vossa conta descobrirem o que acontece.
Há opiniões e opiniões, a minha em relação a este livro é muito boa e posso dizer que já o li mais de cinco vezes e não me canso; mas também há quem não perca dez minutos para o começar a ler. Como referi anteriormente, é um livro que apela à “imaginação” de muitos estudantes e encaixa no dia a dia de alguns adolescentes. Recomendo-o a todos os adolescentes e também aos pais, porque assim podem vir a perceber melhor os seus filhos e a sua maneira de ser.
Se o lerem, acreditem que não se vão arrepender, primeiro porque é bastante interessante, depois porque ler faz bem à nossa saúde mental.

Ana Raquel Silva – 8ºA
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

        Este texto poético, escrito por Luís Vaz de Camões, é muito interessante, porque se verifica uma relação entre as estações do ano e as vontades das pessoas, querendo dizer que quando se mudam os tempos, também se mudam as vontades.
         Eu acho que neste poema o sujeito poético encara de forma positiva as mudanças na natureza e nos outros, pois refere que o mundo é feito de mudança e há sempre novas qualidades. No entanto, as suas próprias mudanças são negativas. Assim como as estações do ano transformam o aspeto da natureza, também o canto do poeta se transforma em choro.
         Gostei deste poema e gostava que o lessem, porque Luís de Camões é um dos maiores poetas da língua portuguesa.

                                                Micaela Lopes -  8ºA

terça-feira, 22 de abril de 2014

E tudo era possível

Quando li o poema de Ruy Belo “E tudo era possível”, fiquei com a impressão que o sujeito poético estabelece um confronto entre o passado e o presente.
O sujeito poético caracteriza o passado como um momento de felicidade em que ele achava que tudo era possível; ao passo que, o presente é caracterizado como um momento em que ele percebe que não conseguirá concretizar todos os seus sonhos. Quando diz ”Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer”, sugere-se que entre a infância e a idade adulta já passou muito tempo.
Relativamente à forma, o texto é um soneto, porque é constituído por duas quadras e dois tercetos. Gostei também de ter feito a divisão de versos em sílabas métricas, tendo verificado que os mesmos são dodecassílabos ou alexandrinos.

Ricardo Ferreira - 9ºA

Os Lusíadas - Consílio dos Deuses

O episódio do “Consílio dos Deuses” realizou-se no Olimpo para que as divindades se pronunciassem sobre o futuro dos portugueses no Oriente.
No consílio, quatro deuses intervieram sobre o futuro dos portugueses. Vénus apoiava-os, porque eram parecidos com os Romanos, que eram descendentes do seu filho Eneias. Baco era contra porque tinha inveja e medo de perder a sua influência na India. Marte era a favor porque era apaixonado por Vénus e considerava-os um povo guerreiro. Júpiter concorda com Vénus e Marte porque os considerava um povo de grande valor e reconhece que já tinham passado por muitas dificuldades.
Este episódio mostra que os portugueses são motivo de discussão entre os deuses, o que os engrandece.


Tiago Gonçalves - 9ºE

sexta-feira, 14 de março de 2014

Os Lusíadas
Nas aulas de Português, andamos a estudar “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões.
O que mais gosto nesta obra é o contexto e a história que a rodeia, olhando para o seu autor e para os acontecimentos relatados. De certa forma, ajuda a entender melhor a História de Portugal e os sentimentos predominantes na época dos descobrimentos. Por esta razão, considero “Os Lusíadas” uma das maiores obras da nossa literatura e que manifesta um sentimento de profundo respeito principalmente para com “Os Lusíadas”, os descendentes de Luso, ou seja, o povo português.
O que menos aprecio é a linguagem que é usada que foi sofrendo alterações com o passar dos séculos, o que torna a compreensão mais complicada.

João Pedro Macedo - 9ºA 
A Aia
Quando li o conto “A Aia”, de Eça de Queirós, senti-me marcada por esta história. Marcou-me, pois é uma história um pouco triste.
Fala-nos de dois meninos de classes sociais diferentes, um da nobreza e outro do povo. O menino nobre era um principezinho que perdeu o seu pai, quando ainda vivia no seu berço. A Aia, que era sua ama, tomava conta dele e do seu filho. Estes dormiam em berços diferentes, o do príncipe era magnífico, de marfim e forrado de tecidos com brocados; o do escravozinho era pobre e de verga. Os dois meninos foram criados com muito amor e amamentados pelo mesmo seio, o da ama.
Entretanto, no palácio, vivia-se com o medo constante que o tio bastardo do principezinho, homem ganancioso e cruel, atacasse o sobrinho para se apoderar do trono. Até que, numa noite de silêncio e escuridão, o tio bastardo tentou matar o príncipe. Então, entre beijos desesperados, a Aia trocou rapidamente os meninos de berço: colocou o príncipe no berço de verga e o seu filho no berço real. Com esta atitude, a Aia salvou o seu príncipe e o seu reino, mas “condenou o seu filho à morte”.
Eu acho que esta personagem se preocupou mais com os outros do que consigo própria, tendo revelado a sua principal característica – lealdade para com os seus Senhores. Compreendo a sua atitude, mas eu não faria o que ela fez, porque acho que, se fosse mãe, faria de tudo para salvar o meu filho.
Cassandra Pereira – 9ºA
O menino da sua mãe
Quando eu li o poema de Fernando pessoa “O menino da sua mãe”, fiquei com uma sensação de tristeza, devido ao tema tratado.
 Percebi que o sujeito poético transmite os seus sentimentos de indignação e pesar pela morte de um jovem soldado na guerra. Esta ideia está presente no verso “ Tão jovem! Que jovem era!”. As exclamações traduzem precisamente a emoção do sujeito poético.
No meu caso pessoal, nunca vivi a perda de alguém próximo, mas fico sensibilizado quando assisto, na televisão, a notícias de mortes de pessoas em guerras, principalmente se forem jovens como eu.  

Luís Fonseca - 9ºA
Meu pé de laranja lima

Nas aulas de Português, estudamos o romance de José Mauro de Vasconcelos “Meu pé de laranja lima”. O personagem principal, Zézé, era muito manhoso, mas ao mesmo tempo muito sensível.
Em primeiro lugar, Zézé conquistou-me ao falar com uma simples árvore, à qual dera o nome de Minguinho. Depois, desceu na minha consideração ao tomar a iniciativa de roubar goiabas, podendo vir a ser castigado por tal asneira. Ficou com medo que lhe batessem e refugiou-se junto da irmã, Glória. Por último, tentou ganhar a sensibilidade da irmã e chorou. Nesse momento, percebeu que tinha vencido o jogo, pelo facto de a irmã lhe ter chamado “Gum”. Então beija a irmã carinhosamente, por perceber que recebia o seu afeto.
Assim se explica a minha afirmação inicial: Zézé era manhoso, mas dotado de uma sensibilidade fora do comum para uma criança da sua idade.


Catarina Peixoto - 9ºA
Aquela nuvem parece um cavalo

Quando li o poema de José Gomes Ferreira “Aquela nuvem parece um cavalo”, compreendi que o sujeito poético era um menino que estava na praia a observar as nuvens. Fiquei com a impressão que ele deu asas à sua imaginação e imaginava determinadas formas quando olhava para as nuvens.
Na minha opinião, a mensagem deste texto é que devemos valorizar a imaginação e os sonhos das crianças. Na última estrofe o sujeito poético faz um pedido: que o lancem para o mar de nuvens, ou seja, para o céu para poder participar nessas transformações. A meu ver, este pedido justifica precisamente o que acabei de dizer: devemos “abandonar” a realidade e viver os sonhos da infância.

Carina carvalho - 9ªA
O menino da sua mãe
Vou falar sobre o poema “O menino da sua mãe”, escrito pelo poeta Fernando Pessoa em 1926.
A leitura deste poema marcou-me, principalmente porque nos fala de uma mãe que perdeu o seu filho durante uma guerra. O menino era o único filho, foi por causa disso que a mãe lhe dera o nome de “o menino da sua mãe”. Os versos 26 e 27 ”Lá longe, em casa, há a prece:/ Que volte cedo e bem” transmitem-nos que a mãe estava sempre ansiosa que chegasse o dia do regresso do filho para o ver. No entanto, não sabia ainda que não voltaria a vê-lo, porque ele tinha morrido.
Acho o poema triste, porque fala da morte de alguém muito jovem, o que causará um grande sofrimento aos seus familiares. Embora sendo um texto triste, acho-o interessante e belo.

Ana soraia Peixoto - 9ºA
Um crime no expresso oriente
Tive o prazer, nas aulas de Português, de ler o livro de Agatha Christie “Um crime no expresso oriente”.
 Achei o livro muito interessante, porque eu gosto muito de ler policiais. Acho curiosa a forma como o criminoso tenta encobrir as provas do crime e, por outro lado, a forma como o detetive tenta desvendá-las. O detetive Hercule Poirot é daqueles detetives que conseguem descobrir os crimes mais difíceis e desmascarar os criminosos mais calculistas.
Para quem gosta de crime e mistério, aqui está uma boa proposta de leitura.


Bruno costa - 9ºA
O meu nome é Mina

Eu ando a ler o livro “O meu nome é Mina”, de David Almond e traduzido por Manuela Vaz. Ainda não acabei de o ler, mas em geral gosto muito de ler diários e este parece-me ser um bom diário.
Este livro fala de uma menina chamada Mina que refere muitas vezes que gosta da noite. Ela tem apenas 9 anos e é uma menina extremamente inteligente e criativa. Mina adora a noite, olhar para a lua, ver chegar a primavera, subir à sua árvore preferida e ficar lá sentada a ver o ninho dos melros. Gosta igualmente de falar sobre todos os assuntos, até mesmo os mais estranhos, com mãe. Ela também adora escrever no seu diário. Escreve, escreve e volta a escrever e nunca se cansa. A sua imaginação ganha asas à medida que vai descobrindo coisas, profundas ou triviais, sobre si própria e sobre o mundo.
Por todos estes motivos, aconselho a leitura deste livro.


Anabela Gonçalves – 9ºA
Se estou só, quero não ‘star

Quando li o poema de Fernando Pessoa “Se estou só, quero não ‘star” fiquei com a impressão que o sujeito poético vive num estado emocional de permanente insatisfação. Esta ideia está resumida nos seguintes versos: “Enfim, quero sempre estar/Da maneira que não estou.”.
No meu caso pessoal, não sinto o mesmo que o sujeito poético, uma vez que tento aceitar o que tenho e o que sou e penso que, desta forma, sou mais feliz. No entanto, compreendo o sujeito poético, já que conheço muitas pessoas que partilham do mesmo sentimento.

Airton Fonseca - 9ºA

quinta-feira, 6 de março de 2014

O velho e o mar

“O velho e o mar”, romance escrito por Ernest Hemingway, relata a seguinte situação: fala de um jovem de pais com bons capitais que tinham um bom barco de pesca, mas o rapaz gostava era de ir pescar com um idoso muito pobre, mas nobre.
 O idoso saiu para o mar, sozinho, sem o seu amigo, ele foi à procura de um bom peixe, um daqueles que ele já não via há muito.
 Ele, pensando que iria ser um dia como os outros, enganou-se, pois já pela tardinha um peixe mordeu o isco, mas não era um peixe qualquer, era um peixe grande. No entanto, o velho não o sabia, pois ele ainda não se tinha mostrado. O velho, quando deu por si, reparou que não era um peixe pequeno e prendeu muito bem a corda em volta da sua cinta e da sua mão esquerda e encostou-se à barreira do barco.
 Estou a achar o livro interessante, pois gostava de saber como vai acabar, portanto vou continuar a ler.

Tiago Cunha - 9ºE

Os Detetives da Viela Voltaire – A Baronesa no Baú

E u li o livro “Os Detetives da Viela Voltaire – A Baronesa no Baú” e gostei muito. Adorei o livro, porque gosto de séries de detetives e policiais.
O livro falava dos inquilinos de um condomínio, nos arredores de Paris, que adoram uma boa história policial e, como estavam fartos das suas habituais reuniões de condomínio, substituíram-nas por reuniões de um grupo de detetives que se reuniam no apartamento do 1º andar. Quando ocorreu o homicídio da baronesa, o suspeito foi um carteiro que pertencia àquele grupo. No entanto, ele estava inocente.
Os amigos acabaram por descobrir o verdadeiro criminoso e o carteiro ficou ilibado do crime de que era acusado injustamente.

Márcia Sousa - 9ºE

A Galinha

Quando li o conto “A Galinha” de Vergílio Ferreira, fiquei impressionado com a forma como a história se desenvolveu e tudo por causa de uma personagem cobiçar aquilo que era dos outros. Este texto, a meu ver, pretende criticar as pessoas que são invejosas e, ao mesmo tempo, demonstrar as consequências negativas que esse sentimento pode provocar.
Como gostei deste conto, fiquei com vontade de conhecer outras obras do autor.

Rafael Andrade - 9E

Um crime no expresso Oriente

Estou a ler «Um crime no expresso Oriente», de Agatha Christie. Aprecio normalmente este género de literatura – policial. Para além disso, o detetive Hercule Poirot é uma personagem muito interessante, pois consegue encontrar provas dos crimes que nem a polícia encontra.
No caso concreto deste livro, o crime era particularmente difícil de desvendar, no entanto, conhecendo como conheço o detetive, tenho a certeza que vai conseguir descobrir o autor do homicídio.
Paulo Jorge Pereira Silva - 9ºE

Uma pequenina luz

Eu, nas aulas de Português, tive contacto, pela primeira vez, com a poesia de Jorge de Sena. Lemos e analisamos o texto “Uma pequenina luz” e, pelo que entendi, a “pequenina luz bruxuleante” simboliza o desejo da liberdade. O poema foi escrito durante o Estado Novo e as pessoas não podiam falar abertamente no que sentiam.
Através da leitura do texto, percebi que a “pequena luz” era universal e brilhava com firmeza “Aqui no meio de nós”. Isto significa que o desejo de ser livre atravessa as nações, é persistente e sempre atual.
Fiquei a conhecer um pouco mais o ambiente que se vivia durante a ditadura salazarista e ainda bem que, nesse tempo, eu ainda não era nascido.

Pedro Teixeira - 9º E

Os lusíadas em prosa

Estou a ler “Os lusíadas em prosa”, numa adaptação de Amélia Pinto Pais. De acordo com o que li, no início, o poeta anuncia qual vai ser o assunto da sua obra; depois pede inspiração às Tágides, ninfas do rio Tejo. Em seguida, é relatada uma reunião entre os deuses do Olimpo para que decidam se vão ou não ajudar os portugueses a chegarem à Índia – é o consílio dos deuses.
Estou a gostar desta leitura, pois está a preparar-me para o estudo da obra escrita por Camões.

Sandra Fernandes - 9ºE

Meu pé de Laranja Lima

Quando li a obra “Meu pé de Laranja Lima”, de José Mauro de Vasconcelos, fiquei muito sensibilizada com a personagem principal, o Zezé. Para mim, mesmo tendo sido uma criança incompreendida e por vezes maltratada, conseguiu tornar-se um adulto de sucesso, tal como podemos verificar no último capítulo da obra. Achei também muito interessante a amizade criada com o “Portuga”. Este acabou por fazer o papel de seu pai, ouvindo os seus desabafos.
Por tudo isto, aconselho a leitura deste livro, já que o considero muito rico em sentimentos.

Bárbara Novais - 9ºE

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Olá

Este é sítio onde os alunos da Escola Básica Padre Joaquim Flores publicam textos.