sexta-feira, 23 de maio de 2014

Darei vida aos teus dias

 O livro “Darei vida aos teus dias”, escrito por Anne-Dauphine Julliand, mostra que devemos acreditar sempre que a felicidade é possível. É muito interessante e emocionante.
Este livro fala de uma família perfeitamente normal, um casal feliz, dois filhos pequenos, Thais e Gaspard, e um bebé a caminho. Até que um dia, ao passear pela praia, a forma como Thais vira o pezinho ao andar altera tudo: padece de uma doença genética rara chamada leucodistrofia metacromática. A menina mais tarde ou mais cedo iria falecer, não havia uma data certa, um dia, uma hora,um minuto ou um segundo sequer, mas os seus pais vão fazer de tudo para transformar uma situação tão constrangedora numa situação normal. Esta família teve de mudar muito o seu quotidiano. Mas é melhor lerem o livro para perceberem bem a história.
Eu, em concreto, gostei muito do livro, não tenho parte preferida, porque gostei bastante de todas as partes do livro; a cada página que virava, só me apetecia ler mais e mais, é mesmo interessante. Serve para muitas pessoas entenderem que uma doença rara que nos pode levar a falecer pode não ser tão negativa, se vivermos cada dia como se fosse o último. Gostei muito de uma frase que a mãe diz que é a seguinte: “A morte não é grave. É triste, mas não é grave”. Os pais dessa criança fizeram-na sentir-se igual a todas as outras.
Se o lerem, tenham muita atenção a cada palavra, foi a própria mãe da criança que o escreveu. Eu já o li duas vezes e sou capaz de o ler muitas mais. Espero que tenham a iniciativa de o ler e que gostem tanto como eu gostei.

Verónica Gonçalves – 8ºA

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