terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Textos Ano Letivo 2016/2017

Os Lusíadas – O Gigante Adamastor


 Agora que já analisei vários episódios de “Os Lusíadas”, posso dizer que é uma obra fantástica e é muito difícil escolher o meu episódio preferido, porque gosto de todos, mas há um episódio em que a minha curiosidade e a minha atenção se manifestaram mais. Esse episódio é “O Gigante Adamastor”. 

Na minha opinião, este episódio tem vários aspetos interessantes, como a glorificação dos portugueses e até o próprio facto de um ser que era tão bravio e assustador se tornar sentimental e frágil, só por causa de uma paixão que não lhe fora correspondida. Talvez fossem estes os motivos de eu ter gostado mais deste episódio. Aqui destacaram-se as personagens Vasco da Gama e o “Gigante Adamastor”. Gama ia em direção à Índia quando é surpreendido por uma assustadora figura que os atormenta e os assusta. O gigante, perante a chegada dos Portugueses, ameaça-os, contudo Vasco da Gama interrompe-o perguntando quem era ele. Só esta pergunta fez mudar o humor do gigante, foi quando este começou por contar a sua paixão por Tétis que não lhe fora correspondida. 
Posso concluir que este episódio representa um marco simbólico importante. Camões utiliza-o para glorificar os portugueses, já que o gigante representa todos os obstáculos que eles tiveram de enfrentar e que, por fim, conseguiram vencer.  
Joana Costa, 9ºD

Os Lusíadas – Inês de Castro


Depois de já ter lido vários episódios da obra épica “ Os Lusíadas “, o que mais me tocou, a nível emocional, foi o episódio de “ Inês de Castro” que se situa no canto III. As razões que me levam à escolha deste episódio são o facto de ser o episódio mais romântico desta obra e também por falar sobre um acontecimento importante da História de Portugal. 

Neste episódio, são-nos apresentadas várias personagens que intervêm na história de diferentes formas. A personagem principal é Inês de Castro, pois é sobre ela que se desenrola a história. Inês, uma frágil donzela espanhola, vive uma grande e ardente paixão com D. Pedro, herdeiro do trono português. Apesar de este amor ser correspondido, era, por outro lado, proibido pelo rei, D. Afonso IV. Contudo, depois da sua morte, D. Pedro torna Inês rainha. 
Em suma, podemos refletir sobre o amor, que tanto pode ser bom e agradável, como também pode levar a graves consequências como a morte. E é isso que Camões pretende transmitir ao inserir este episódio na obra. Mais uma vez, podemos ver Camões como um homem que dá grande importância ao amor. 

Beatriz Teixeira, 9ºD


A Escola do Bem e do Mal

Este livro fala de uma aldeia onde de quatro em quatro anos duas crianças eram raptadas, supostamente uma boa e outra má. Ninguém sabia para onde iam, o que se sabia era que essas crianças só voltavam a aparecer em contos que eram vendidos na única livraria da aldeia. O livro conta a historia de duas amigas que nesse ano seriam raptadas. Uma bonita de cabelos loiros que queria ser raptada, pois queria ser uma princesa de contos e outra que vivia num cemitério com o seu gato e com a sua mãe que dizia ser uma bruxa. E assim aconteceu, mas não como elas esperavam.
Na minha opinião, foi um livro muito bom, de Soman Chainani, pois eu gosto bastante e livros com mistério. Por ser um livro com mistério, deixa os leitores com curiosidade, o que faz com que não queiram deixar de ler. A história do livro prendeu-me a ele, do início ao fim. As personagens eram bastante diferentes, no entanto, as duas protagonistas são modeladas; algumas personagens secundárias são planas e outras modeladas também. Quanto à linguagem, era subjetiva e por vezes era usada linguagem popular. O livro faz-nos refletir muito sobre o que é correto e o que não é.
Por fim, digo novamente que o livro é bastante bom para quem gosta de mistérios e fantasia. Recomento a sua leitura.
Luísa Carvalho -9ºE 

Felicidade Clandestina


O conto Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector apresenta-nos uma história    protagonizada por duas jovens, uma tinha “possibilidades”, era filha do dono de uma livraria; já a outra era mais humilde e não tinha tantas possibilidades como a primeira. A jovem “rica” prometeu emprestar um livro à jovem “humilde”, mas, pelo facto de não gostar dela, adiou sempre o “empréstimo” do livro, dizendo sempre que já o tinha emprestado a alguém. A jovem “humilde” ficava triste, mas por sua vez também ficava ansiosa, o que lhe dava um certo prazer. A certa altura, a mãe da rapariga “rica” descobriu o que ela andava a fazer, repreendeu-a e obrigou-a a emprestar o livro à rapariga “humilde”. Esta ficou muito contente por tê-lo, particularmente por ser por tempo indeterminado. Assim termina a história. 
Eu gostei bastante deste conto, pois ele mostra-nos que a inveja leva as pessoas a terem atitudes erradas. Um aspeto que me agradou bastante foi a linguagem que a autora utilizou, pois esta era simples, clara e acessível a todas as pessoas. As personagens agradaram-me, pois tinham características muito vincadas e eram o que aparentavam ser.  Com este conto, podemos fazer boas reflexões, pois este mostra-nos que o caminho do mal nunca traz bons frutos. 
 Em suma, aconselho a todas as pessoas a “degustação” deste conto, pois sei que no final vão ter ideias bastantes enriquecedoras. Boa leitura! 
Henrique salgado – 9ºE  
      

A Galinha


Hoje, vou fazer uma apreciação crítica do conto A Galinha, de Vergílio Ferreira. Este conto fala sobre a tia e a mãe do narrador que compraram cada uma a sua galinha, mas a tia provocou uma discussão por dizer que a galinha da mãe era melhor que a dela e a discussão vai-se alargar a outras pessoas, chegando até a haver mortes. Depois, quando voltou a paz, a tia foi à casa do narrador lamentar a morte da sua mãe e pedir para trocar a galinha de novo e eles trocaram, mas, sem se aperceber, a tia trocou de novo as galinhas. 
Este conto agradou-me por várias razões. Uma das razões é que este texto nos ensina que não devemos ser invejosos e egoístas, pois isso não nos leva a lado nenhum. Também gostei das personagens, pois, quando lemos o conto, conseguimos discernir as suas características. Gostei igualmente da linguagem utilizada e do tema. Considero que nos podemos lembrar deste texto, no dia-a-dia, por exemplo, quando estamos a discutir com um amigo por uma coisa estúpida, isto porque, à semelhança do conto, essas discussões podem ter graves consequências. 
Concluindo, este conto agradou-me, pois ensina-nos que sermos invejosos e egoístas não nos traz nada de bom. 
                                                                                         José Soares - 9ºE   

Souad, Queimada Viva 


Hoje vou escrever sobre um livro que nos apresenta uma história verídica bastante marcante. O livro intitula-se Souad, Queimada Viva, foi publicado em 2003 atingindo bastante sucesso. A história passa-se na Cisjordânia e aborda os crimes de honra. A protagonista, Souad, é uma rapariga que vive numa aldeia e que tem como principal função as lides da cada e a preparação para o seu futuro casamento. Esta rapariga é tratada com desprezo pelos pais, tal como as suas irmãs. Efetivamente, nesta família, a única pessoa a ter direito ao afeto dos pais é o irmão (este é também o único que estuda). Como deu para ver, o sexo feminino é tratado muito abaixo do masculino. 
Souad, apesar de ter uma vida difícil, a meu ver, demostrava uma certa felicidade. Certo dia, ela cometeu o maior erro da sua vida, apaixonou-se pelo seu vizinho e engravidou. Ainda tentou esconder a sua “situação”, mas, como era de calcular, foi descoberta pela família. É a partir deste momento que acontece a grande reviravolta na história. Souad tinha ido contra as leis fundamentais da sociedade, tinha “pecado” e por isso tinha que pagar. Então os pais decidiram matá-la e sentenciaram-lhe a morte pelo fogo: Souad foi “regada” com gasolina e acabaram por lhe atear fogo, foi “queimada viva”. Então, esta foi parar ao hospital com vida e grávida. Quando se encontrava no hospital, a mãe tentou matá-la novamente, mas não conseguiu. Foi aí que uma voluntária, de nome Jacqueline, decidiu ajudar Souad. Então, fez um acordo com os pais da moça: fá-la-ia “desaparecer” e os pais teriam a sua honra reposta. Foi a partir desse momento que Souad começou a melhorar e acabou por ter o seu filho. No entanto, devido às mazelas que tinha sofrido, não conseguiu cuidar dele, dando-o para adoção. Mais tarde, já na Europa (suíça), Souad acabou por se apaixonar novamente, casou e teve duas filhas. 
Aconselho a todos a leitura deste livro, pois mostra-nos um pouco do mundo que desconhecemos e leva-nos a ter pensamentos e reflexões sobre a nossa vida, o que é bastante agradável!  
                                                                                                                             Henrique Salgado – 9ºE
Outsider 


 Eu li o livro Outsider, que é da autoria de Francisca Mendes, uma rapariga de dezasseis anos, que frequenta o 11º ano da escola Secundária de Fafe, no curso de Humanidades. 
Este livro é o primeiro de uma trilogia e fala-nos de um jovem de dezassete anos, que dá pelo nome de Adam, que vivia com o pai num sítio isolado do resto do mundo. Ele, a dado momento, foi levado pelo pai para uma herdade e a partir daí ele embarca numa viagem perigosa e até sem retorno. Este fez grandes amigos por quem teve um grande afeto, acabando por se apaixonar por uma rapariga, de nome de Chloe. Esta é uma rapariga por quem Adam tem muito carinho, e várias vezes tenta afastar-se dela para não a magoar. 
Adam é um rapaz forte, aventureiro e destemido, contudo, ao longo do tempo, vai deparar-se com inúmeras memórias que o vão levar ao desespero. Então, entre sonhos, amor e esperança terá que se levantar para proteger aqueles que mais ama. 
Eu recomendo a leitura deste livro, pois é muito interessante e de fácil leitura. E confesso que estou muito empolgada para começar a ler o segundo livro da trilogia. 
Joana Costa - 9ºD
                                                                                                                           
Um Dia Destes

Na aula, lemos o conto Um Dia Destes, de Gabriel Garcia Marquez, que fala da história de um dentista que se encontrava a fazer o seu trabalho habitual e que recebe um cliente inesperado, a quem ele não queria atender. Apesar de não o querer, este teve de o fazer, pois, caso contrário, seria morto. O cliente era um alcaide que estava com uma inflamação num dente molar e se encontrava com muitas dores. O dentista lá atendeu o alcaide, mas tirou-lhe o dente sem anestesia, fazendo-o assim sofrer muito. Depois, o alcaide foi embora, com uma despedida breve.
Este conto agradou-me imenso, deu-me incentivo à leitura, devido ao suspense transmitido, em relação ao que aconteceria ao longo do texto. 
Acho que o dentista demonstrou a sua raiva por estes alcaides, pessoas que matavam sem dó, tanto inocentes como culpados, ao “vingar-se” deste, através do sofrimento que lhe causou ao tirar aquele molar sem a anestesia. Assim, estou convencida que o dentista lhe mentiu quando lhe disse que não a podia usar.  
Em conclusão, este conto transmite ao leitor uma ideia de vingança contra os poderosos, mas sem o uso de uma arma. O dentista, para vingar as mortes injustas levadas a cabo pelo alcaide, usou o seu trabalho diário, o que foi, na minha opinião, uma atitude inteligente. Talvez, se eu fosse o dentista, fizesse o mesmo. 
Ana Sofia Castro - 9ºE


Escola: Os Piores Anos da Minha Vida


Eu li o livro Escola: Os Piores Anos da Minha Vida. Adorei lê-lo, pois conta histórias engraçadas sobre Rafe, um rapaz com estilo.
Ele, naquele ano, viveu aventuras inacreditáveis, como: lutar contra uma professora diabólica; apaixonar-se pela miúda mais gira da escola; meter-se num negócio de venda de bebidas, entre muitas outras coisas.
Por ser um livro interessante, eu recomendo a todos a sua leitura.
Pedro Monteiro – 8ºC

O Diário de Anne Frank


Vou falar sobre um livro que se chama Diário de Anne Frank. Este livro fala de uma rapariga chamada Anne Lies Marie Frank, que tinha treze anos e era judia. Durante a segunda guerra mundial, ela e a sua família tiveram de se esconder no anexo secreto que existia no escritório da empresa do seu pai. Passaram lá dois anos muito duros. Com eles estava também outra família.
Anne sentia-se, muitas vezes, triste e sozinha, discutia frequentemente com a sua mãe e não gostava dos outros moradores. A convivência entre eles foi-se tornando cada vez mais difícil, por causa do stresse e da partilha de comida e de quartos. Às vezes, eles ouviam barulhos, vindos do escritório, que os deixavam aterrorizados, pois pensavam que iam ser descobertos. Anne, inicialmente, não gostava de Peter, o filho do casal Van Daan, porque o achava irritante e convencido. No entanto, com o passar do tempo, foi-o compreendendo, até se apaixonar por ele.
Entretanto, as pessoas que os ajudavam foram presas e eles, desde aí, começaram a passar fome. De seguida, foram encontrados e levados para campos de concentração onde acabaram por morrer. Anne tinha quinze anos. O único sobrevivente foi o seu pai, Otto Frank, que encontrou o diário da filha e, juntamente com uma escritora, o publicou, vindo a alcançar um grande sucesso. O livro foi copiado por muitos autores e existem vários espalhados pelo mundo, traduzidos em várias línguas, mas o verdadeiro está guardado em Berlim. O anexo onde estiveram escondidos está disponível para visita e lá pode-se ver as más condições em que eles viveram durante dois anos.
Aconselho a leitura deste livro e a visita ao museu onde o mesmo se encontra.


Juliana Rodrigues – 9ºE

O Meu Pé de Laranja Lima


A parte desta obra que mais me emocionou foi exatamente a última página. Porquê? No final, há uma frase de que gostei bastante, que é dita por Zezé ao Portuga. Agora Zezé já tem quarenta e oito anos e diz:
- Bem, meu Portuga, acho que a mim me ensinaram as coisas cedo de mais.
Esta foi a frase que mais me marcou, pois mostrou-me que mesmo agora talvez o Zezé ainda sofra com as coisas que lhe aconteceram em criança. Ele sofreu violência, sentiu-se um lixo e o único amigo que ele tinha morreu. Mas, mesmo assim, ele conseguiu tornar-se uma pessoa bem-sucedida.
Em conclusão, admito que foi um livro de que gostei bastante, pois mostrou-me que algumas crianças podem ter uma vida difícil, mas, mesmo assim, se quiserem, podem tornar-se adultos de sucesso.
Mara Mendes – 9ºE

Felicidade Clandestina


Na aula de português, li e analisei o conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector. 
 O conto começa com a apresentação de duas raparigas. Uma menina “rica” tinha o que todas as meninas naquela altura queriam, um pai dono de uma livraria. A menina “rica”, a dado momento, exerceu um tipo de ”tortura chinesa” sobre uma sua colega. Esta queria muito um livro que a outra tinha, ela disse-lhe para aparecer em casa dela no dia seguinte para lho emprestar. E assim foi, lá estava a menina à porta da sua casa, à espera que esta lho emprestasse. Contudo, a menina “rica” afirmou que não tinha o livro e disse para voltar no dia seguinte e assim foi. Mas isto não ficou por aqui, a menina todos os dias ia à casa dela e saia de lá ouvido sempre a mesma resposta. Num dia, a mãe da menina “rica” descobriu tudo e emprestou-lhe o livro pelo tempo que ela quisesse. Esta, então, teve uma relação de enamoramento com o livro. 
 Eu considero este conto surpreendente devido ao facto de um livro nos poder dar este sentimento de enamoramento e também por nos mostrar como uma pessoa que tinha inveja da sua amiga exerce uma tortura sobre ela. 
 Este conto, escrito em português do Brasil, apresenta-nos características muito claras das personagens principais, o que nos facilita a compreensão da ação. 
 “Felicidade Clandestina” agradou-me, por ser de fácil leitura e pela forma como a história está desenvolvida. 
Joana Costa,9ºD

Uma Jogada com Cabeça

Eu li o livro Uma Jogada com Cabeça, no Plano Nacional de Leitura, do autor Nuno Magalhães Guedes. 
Algo estranho se passava quando o craque JP quase não conseguia tocar na bola. Num encontro duríssimo, conseguirá o Megamax Futebol Clube dar a volta ao resultado? Para saber, terá de ler este interessante livro sobre futebol. O pior foi quando, na festa da escola, o Zé decidiu apostar que era capaz de dar cem toques seguidos, de cabeça, sem deixar cair a bola. Era a honra de Megamax que estava em jogo e a Brigada Operacional de Luta Anti-Futebol tudo faria para que ele perdesse a aposta.
Eu gostei de ler este livro porque fala sobre futebol e eu sou um apaixonado por essa modalidade desportiva, por isso, recomendo a sua leitura a todos os amantes de futebol. 
Sérgio Ribeiro – 9ºD

A Ameaça da Bola F.


No Plano Nacional de Leitura, eu li o livro A Ameaça da Bola F., da autoria de Nuno Magalhães Guedes. 
O JP e os amigos são fanáticos por futebol! Não admira, por isso, que os jogos de sábado à tarde no relvado do bairro sejam o acontecimento mais importante em toda a semana. Ao JP juntam-se o primo Manel; Pedro, o super guarda-redes; Miguel mais o seu “pé-canhão”; e muitos outros craques, tais como o Tiago que se julga tão bom a dar orientações à equipa como em investigações policiais. Infelizmente, há quem não perceba a magia do melhor jogo do mundo: aparece na escola a misteriosa Bola F. (Brigada Operacional de Luta Anti-Futebol), decidida a lhes estragar o divertimento e os planos para formar um verdadeiro clube. 
Eu achei este livro muito interessante devido a falar de futebol, o desporto de que mais gosto. Recomendo a sua leitura principalmente a quem aprecia essa modalidade. 
Tiago Fernandes – 9ºD

Felicidade Clandestina  


O texto “ Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector, é um conto que nos remete para a distinção de duas personagens. O texto fala-nos de uma menina “ gorda, sardenta e feia”, com um bom nível económico familiar, por o seu pai ser dono de uma livraria; e uma menina “ linda, de cabelos lisos”, com menos condições económicas. Estas duas meninas eram colegas de turma, então a menina disse à outra que lhe emprestava um livro que ela queria muito ler e para o ir buscar à sua casa. A menina lá foi, mas esta dizia que o livro não estava, pois tinha-o emprestado. Esta ida lá a casa repetiu-se por um tempo indeterminado. Até que um dia, a “mãe boa” da menina, ao reparar na atitude que a sua filha estava a ter, emprestou o livro à sua colega e permitiu-lhe que ficasse com ele, durante o tempo que quisesse. Então a narradora estabeleceu uma relação e enamoramento com o livro.  
Eu aprecio este texto devido ao facto da narradora estabelecer uma relação de prazer com o livro, pois sei do que se trata, devido à experiência própria, pois, sempre que lemos um livro de que gostamos, tentamos prolongar essa experiência, para que não chegue o final.  As personagens são distinguidas socialmente, sendo uma mais pobre e outra mais rica, contudo, esta menina sentia muita inveja da outra, uma vez que ela era mais bonita. Por esse motivo, cria um plano de vingança através do livro. A linguagem utilizada é bastante expressiva e de fácil compreensão, sendo usado o Português do Brasil. Com este texto, podemos concluir que damos mais valor ao que obtemos com mais dificuldade, como aconteceu com a narradora deste conto. 
Em conclusão, recomendo a leitura deste conto, pois, além de ser interessante, tem uma leitura bastante apelativa que nos ensina a reconhecer problemas sociais que existem.
Maria Beatriz Teixeira, 9ºD

Uma aventura entre Douro e Minho


Eu li o livro “Uma aventura entre Douro e Minho”, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
Este livro fala-nos pelo Norte do país. Os jovens foram para uma casa antiga em Rates. Aí, conheceram o professor Armindo, um entusiasta do património da sua terra. Então, ele ensinou-lhes a lenda da “bicha moira”, que se inclui na história. Em seguida, foram para Guimarães, Braga, Viana do Castelo, Ponte de Lima, entre outros locais, com um grupo de raparigas e rapazes da idade deles. Segundo nos é dito, as terras que eles visitaram eram muito bonitas.
Eu aconselho a leitura deste livro porque nos mostra cidades interessantes e tem um vocabulário acessível. Eu gostei muito de o ler.
Ana Beatriz Oliveira, 9ºD


Outsider

“Outsider” é um livro da autoria de uma jovem fafense que fala de um jovem chamado Adam, que vive isolado do mundo.
Com 18 anos, Adam foi levado para uma instituição de crianças. Com o passar do tempo, ele apaixona-se por uma rapariga chamada chloe e prepara uma fuga, pois sabe que um dia vai ser assassinado pelos chefes da instituição. Adam era aterrorizado pelo “Sem Nome”, um diabo. Chega um dia em que Adam se apercebe que é o dia em que vai ser assassinado, e então foge. Depois, na floresta, mortes misteriosas sucedem-se, até que chegou à cidade e ficou a saber que “Sem Nome” é seu irmão.
Gostei muito deste livro pelo que foi falado, pelas personagens e pela linguagem. As personagens são como muitas pessoas do nosso dia-a-dia que vivem isoladas do mundo e que são deixadas de parte, pessoas que não conseguem encontrar a sua liberdade. Aconselho toda gente a ler este livro, pois é muito interessante. 

João, 9ºE

O Meu Pé de Laranja Lima

Eu li o romance “O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos. Para mim, a parte mais comovente foi o acidente do Portuga, em que ele tentou fazer a travessia da linha do comboio, mas não conseguiu passar a tempo e acabou por morrer.
Quando o acidente aconteceu, o Zezé estava na escola e ficou a saber da tragédia quando um dos seus colegas chegou atrasado e disse que o carro do Portuga tinha sido esmagado pelo comboio. Zezé então saiu da escola e foi até ao local do acidente onde foi impedido por um homem de ver o corpo do Portuga.
Na sequência deste acontecimento, Zezé fica gravemente doente, o que mostra que eles tinham realmente uma grande amizade.

Luísa Carvalho, 9ºE


Feras e Heróis

O nome do livro que eu li Eu li chama-se “Feras e Heróis” e o autor é Adam Blake.
Seis feras terríveis do Feiticeiro Negro capturaram as feras boas de Avantia. Agora, elas encontram-se aprisionadas no Reino das Trevas e o Tom tem de as salvar. Ele e os seus companheiros têm de derrotar Skor, o cavalo voador. A viagem é muito perigosa, até porque Skor preparou muitas armadilhas que vão dificultar a vida de Tom.
Na minha opinião, o livro é interessante. A cada capítulo que lia, o meu interesse aumentava.

Sara Costa, 8ºC



O Megamax contra o Megamax

Eu li um livro chamado “O Megamax contra o Megamax”, de Nuno Magalhães Guedes. Este livro é o último da coleção “Objetivo Gol”.
Este livro fala de uma equipa de futebol, chamada “Megamax Futebol Clube”, composta pelos amigos JP, Zé, Canário, Pé Canhão e muitos outros e treinada pela treinadora Teresa. Esta equipa de futebol decidiu participar num torneio de futebol chamado “A Seleção do Futuro”, mas havia um problema: cada equipa tinha de jogar com seis jogadores e, como tinha muitos elementos, a equipa Megamax teve de se dividir em duas. O livro termina com um jogo entre a “Megamax um” e a “Megamax dois” que termina com a vitória desta última.
Eu gostei muito deste livro, pois a história é engraçada e, além disso, sou apreciador de futebol. Aconselho a sua leitura a quem tiver os mesmos interesses.

José Pedro Salgado, 9ºE

Assobiando à vontade

O texto “Assobiando à vontade”, escrito por Mário Dionísio, fala-nos sobre a rotina da hora de ponta em Lisboa, num elétrico. 
Nesse elétrico, há um senhor que se destaca, por se querer sentar no único lugar vago, onde estava uma senhora de classe alta (e “fortezinha” de corpo), no banco ao lado. Como o senhor pertencia à classe baixa, a senhora ficou incomodada a olhar para ele, até porque tinha acabado de empurrar toda a gente só para se sentar naquele lugar. Depois de se sentar, o senhor começou a assobiar muito à vontade, fazendo assim com que todos ficassem a olhar para ele, com caras de incomodados. Uma menina, que ia sentada um banco atrás e que já estava farta de estar ali parada a olhar para a rua, interessou-se por aquele assobio e começou a bater palmas. Mas rapidamente foi parada pela mãe que estava sentada ao seu lado. Entretanto, o senhor do assobio saiu do elétrico, pondo toda a gente, por momentos, a rir, esquecida da dignidade. 
Na minha opinião, o senhor não deveria ter começado a assobiar, pois estava num transporte público e deveria respeitar as pessoas à sua volta.
Mariana Vale, 8ºC

A verdade nua e crua

Eu li o livro “A verdade nua e crua” da coleção “o diário de um banana” cujo autor é Jeff Kinney.
Greg sempre teve muita pressa de crescer. No entanto, à medida que vai ficando mais velho, começa a perceber que afinal crescer pode não ter assim tanta piada. Ele vai ter de ultrapassar os seus obstáculos sem recorrer à ajuda do seu ex melhor amigo, Rowley, dado que se zangaram no verão devido a uma grande discussão. No início, ele pensava que a zanga só ia durar uma semana, mas estava enganado. Passou bastante tempo e Greg teve de enfrentar, sozinho, vários problemas: borbulhas, paixonetas, as aborrecidas reuniões familiares, os trabalhos de casa que agora tem de fazer com o seu pai e o facto de ter de tomar banho com os colegas no balneário da escola. Passados dois meses, Rowley volta a casa de Greg para fazerem as pazes e voltaram a ser melhores amigos.
Na minha opinião, o Greg tinha razão ao dizer que crescer não tinha piada, porque eu também sou uma adolescente e sei que a adolescência apresenta vários desafios. Passar por esses desafios com um bom amigo é sempre mais fácil
Ana Beatriz Correia, 8ºC


Futebol Radical

O livro que eu li chama-se o “Futebol Radical” e é da autoria de Nuno Magalhães Guedes. 
Na semana radical, que ocorre anualmente, o JP, os primos Manel e Pé Canhão, o super guarda-redes Pedro e os outros craques do Megamax Futebol Clube têm de enfrentar uma das equipas mais arrogantes de sempre. Um torneio de futebol muito estranho é o palco para um dos maiores desafios do clube. Mite, o mais arrogante e provocador líder da equipa adversária, juntamente com os seus companheiros, vão ser uma equipa difícil de vencer. Assim, o Megamax vai ter muitos desafios a percorrer.
Eu recomendo a leitura deste livro, pois estabelece uma interação com o público, o que se torna fascinante. 
João Pedro Oliveira, 8ºC


A Galinha

Eu li o conto “A Galinha”, de Vergílio Ferreira. 
Este conto fala de duas senhoras, a mãe e a tia do narrador. Elas foram à feira e compraram cada uma a sua galinha de barro. A mãe do narrador ia embora e a tia ainda ia ficar, por isso esta pediu-lhe que levasse a sua galinha. Ela aceitou. Quando a tia chegou à casa da mãe do narrador, acusou-a de ter trocado as galinhas. Gerou-se uma grande discussão que se alastrou por toda a população que foi buscar desavenças antigas.
Quando a mãe do narrador morreu, a tia foi falar com o sobrinho e pediu-lhe para trocar novamente as galinhas. Ele, zangado, ofereceu-lhe as duas, mas ela não aceitou. Depois de ela sair, ele partiu a galinha e reparou que, lá dentro estava uma estampa da Santa Bárbara que pertencia à sua mãe.
Com este conto, conclui-se que não se deve ser invejoso e achar que o que é dos outros é sempre melhor. Aconselho a leitura deste conto porque, na minha opinião, transmite uma importante lição de moral. 
Ana Beatriz Oliveira, 9ºD

Assobiando à vontade

Eu li o conto “Assobiando à vontade”, incluído na obra “O dia cinzento e outros contos”, da autoria de Mário Dionísio Assis Monteiro. Resumidamente, este texto fala sobre as convenções sociais.
Numa viagem de elétrico, na capital, o ambiente estava tranquilo até que, de repente, um homem de chapéu coçado e sobretudo castanho avançou sobre a multidão para ocupar um lugar vago, acabando por se sentar ao lado de uma mulher opulenta e de uma classe social superior. Depois de se instalar, começou a assobiar, quebrando as regras de compostura. Nesse mesmo momento, causou alguma interferência na viagem dos restantes passageiros. Rapidamente, uma criança começou a aplaudir, pois gostou do que o homem estava a fazer, sendo, contudo, avisada pela mãe para se calar e se comportar com modos. Mais tarde, esse homem acabou por sair do elétrico. À sua saída, os restantes passageiros riram-se, voltando, logo de seguida, ao seu estado inicial e ficando assim o resto da viagem.
Na verdade, posso dizer que fiquei bastante impressionada com a coragem daquele homem porque, em primeiro lugar, não se importou com o que os outros passageiros pensassem de si; em segundo lugar, por ser teimoso e conseguir alcançar o que realmente queria (aquele lugar vago). Pelo contrário, não gostei da atitude de superioridade dos outros passageiros, devido às roupas modestas e personalidade diferente de alguns. Na minha opinião, este é um conto bastante interessante, pois apresenta a realidade dos nossos dias, tentando também abrir os olhos à sociedade.
Em conclusão, posso acrescentar que não devemos olhar para o aspeto físico, apenas para o lado psicológico, pois não se escolhe um livro apenas pela capa.

Ana Beatriz Correia, 8ºC

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Textos ano letivo 2015/2016

O meu nome é Mina – David Almond
   Este livro fala de uma miúda chamada Mina que gosta da noite, que acha que à noite tudo é possível.
   Quando era pequenina, tinha perdido o seu pai. Para além disso, agora não tem amigos, porque todos os colegas da turma a acham esquisita. Ela tem uma árvore no jardim de casa e, quando lhe apetece escrever no seu diário, vai para lá e observa a rua de cima para baixo. Depois de o seu vizinho, Sr. Myers falecer, mudou-se para lá outra família com dois filhos, um já crescido e outro acabado de nascer. A Mina desejava conhecer essa família, mas, como era tímida, não tinha coragem. 
   Finalmente, algum tempo depois, conseguiu vencer a timidez e conheceu o tal rapaz que adorava jogar futebol e que parecia tímido e solitário como ela.

Beatriz Fernandes, Nº2 – 8º E


A Malta do 2ºC – Catarina Fonseca
   O livro que li, para mim, muito diferente de todos os que já tinha lido. Apesar de ter uma capa e uma escrita normalíssimas, tem uma história que me despertou uma sensação muito diferente das outras. 
   Esta história fala de uma turma que, embora tenha alunos muito diferentes, têm todos algo que os une: a sua capacidade de resolverem problemas e de terem sempre uma grande imaginação. Eu identifico-me muito com uma personagem, a Flávia, que é calma, mas muito divertida. Não gosta de ver os amigos a sofrer e, por isso, é muito positiva. Por esse motivo é que me deixou aquela sensação estranha. 
   Eu aconselho a leitura deste livro, pois, tal como eu, podem encontrar alguém muito parecido convosco. 

Eunice Soares, Nº12 – 7º C


A Lua de Joana – Maria Teresa Maia Gonzalez
   O livro A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez.
   Este livro fala-nos de uma adolescente chamada Joana, que escreve cartas para a sua melhor amiga, Marta, que falecera devido ao consumo de drogas. Apesar de Marta não estar presente, Joana escreve-lhe cartas com todos os problemas vividos. Numa dessas cartas, Joana relata o falecimento da pessoa de que mais gostava, a sua avó Ju, pois era a única que se importava com ela, já que o seu pai nunca tinha tempo, devido à sua profissão, e a sua mãe andava sempre preocupada com o seu irmão que era um “pré-histórico”. Devido a estes problemas, Joana começou a enveredar por “caminhos escuros” que a levaram ao mundo das drogas. Assim, Joana começou a vender objetos que muito estimava, para conseguir manter o vício.
   Por fim, concluí que quem nos narra a história é o seu pai que encontrou as suas cartas no seu quarto. Também fiquei a saber que Joana faleceu.


Beatriz Teixeira, Nº9 – 8º D

A II guerra muu-ndial – Steve Cole
   Eu li o livro A II guerra muu-ndial, escrito por Steve Cole. 
  Segundo esta história, o mundo inteiro está em perigo e o professor Mu Muu, um boi genial, mais os seus companheiros, Pat e Bo, são agentes especiais do FBI (Força Bovina de Intervenção), viajam pelo mundo lutando contra os malvados touros do futuro. Estes pretendem manter o mundo no caminho certo e, para isso, combatem contra os touros do futuro, para que eles não consigam dominar esse mesmo futuro. 
   Eu gostei muito de ler este livro, portanto, recomendo a sua leitura.
João Oliveira, Nº 15 – 7º C

História Breve da Lua – António Gedeão
   Eu li o livro o texto dramático História Breve da Lua, de António Gedeão. 
  As personagens são uma Narradora, o Senhor do Mundo, um Camponês, um Astrónomo, Agapito, Jerónimo e a Rapariga das Fases. Segundo o texto, algumas pessoas pensavam que as sombras da Lua representavam um camponês que tinha sido castigado por trabalhar num domingo. No entanto, o Astrónomo, cheio de sabedoria, esclarece esse assunto e também o motivo pelo qual a Lua não apresenta sempre a mesma forma. 
   Acho que o objetivo desta obra é esclarecer os leitores/ espectadores sobre alguns aspetos relativos à Lua, mas de uma forma engraçada. Eu gostei muito de ler este livro, porque é engraçado e, ao mesmo tempo, didático.
Rui Freitas, Nº 13 – 8º D

A Lua de Joana – Maria Teresa Maia Gonzalez
   O livro A Lua de Joana, escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez, conta a história de Joana, uma adolescente, cuja melhor amiga era a Marta que tinha morrido devido ao consumo de drogas.
  Sentindo a falta da amiga, Joana decide escrever cartas a Marta, nas quais lhe relata os acontecimentos do dia-a-dia, os seus sentimentos, como se estivesse a escrever um diário.
   A Joana vivia com a mãe, que passava a vida na loja, com o seu pai. A Marta tinha um irmão chamado Diogo, para quem tinha sido difícil e custosa a perda da irmã. Joana acabou por se apaixonar por ele, tentou ajudá-lo, mas, a certa altura, descobriu que ele também consumia drogas.
  Ele ainda se consegue tratar e vai viver com o pai, mas Joana não consegue resistir ao mundo das drogas e acaba por morrer. A história termina com o seu pai a ler as suas cartas para Marta e a sentir-se frustrado por não ter estado presente.
  Esta história agradou-me, porque relata uma história comovente que, ao mesmo tempo, nos ensina os malefícios do uso de drogas, portanto, todos os jovens a deviam ler.

Tatiana Pires, Nº16 – 8º D


A Sereia – Kiera Cass
    Eu li o livro A Sereia, de Kiera Cass. 
É um livro emocionante que conta a história de Kahlen, uma rapariga que se tornou sereia para evitar a morte. A Água, que agora seria a sua mãe, fez com que ela fosse indestrutível e que a sua voz fosse fatal. Ela teria de viver cem anos como sereia, depois estaria livre novamente. Kahlen assistiu a milhares de mortes, pois ela tinha de cantar, para que a água se alimentasse, o que fazia com que muitas pessoas se afogassem. 
    Kahlen foi obediente à água durante oitenta anos, mas depois ela conheceu Akinti que a aceitava mesmo ela não falando. Então, Kahlen começou a repensar tudo o que tinha feito e quis parar com aquela vida. No entanto, não podia arriscar a vida das suas irmãs, Miaka, Padma e Elizabeth, por isso afastou-se de Akinti. Após três meses, Akinti ficou gravemente doente e ninguém sabia o motivo.   Também Kahlen, o ser indestrutível, ficou doente. 
   O que terá acontecido? Tenho a certeza de que, se ler, não se vai arrepender, por isso desejo-lhe uma ótima leitura.
Mara Mendes, Nº15 – 8º E

Avó e neto contra vento e areia – Teolinda Gersão
    O texto que eu li chama-se Avó e neto contra vento e areia e foi escrito por Teolinda Gersão. 
   Este texto é do meu agrado, porque o neto para a avó era como um filho e ela sentia que não o podia perder como perdera uma filha, no passado. A avó, apesar das dificuldades, não se deu por vencida e faria o que fosse preciso para ajudar o neto. Como ele estava com dores, ela tentou acalmá-lo para poderem regressar a casa. 
   Eu recomendo a leitura deste conto, porque mostra que quando realmente amamos uma pessoa fazemos o que for preciso para a proteger. 
Sara Costa, Nº21 – 7º C

A Lua de Joana – Maria Teresa Maia Gonzalez
    Nós lemos o livro A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez. 
   O livro conta a história de uma menina chamada Joana que escrevia cartas à sua melhor amiga que já tinha falecido. A sua melhor amiga, a Marta, tinha morrido de overdose.
   Joana tinha uma vida complicada, pois o seu pai raramente estava em casa devido ao trabalho e a mãe só se preocupava com a irmã que ela considerava traumatizada. Assim, a única pessoa que lhe dava atenção era a avó Ju, mas infelizmente já tinha morrido. Então Joana começou a associar-se ao irmão de Marta, Diogo, que tinha começado a usar drogas, pouco tempo depois da morte da irmã.
   Será que Joana seguirá os caminhos do namorado? Será que vai ter o mesmo fim da melhor amiga? O que irá acontecer com Diogo? Terá de ler para saber!
Joana Cunha, Nº10 – 8º E
Mara Mendes, Nº15 – 8º E

Envelope negro – _tirano
    Eu li o livro Envelope Negro, escrito por um autor amador que o publicou na internet e que assina com o nome _tirano.
   O livro relata a história de um rapaz chamado Jack, com uma personalidade arrogante e rude. Na escola, era um rapaz popular, andava com Walter, o seu melhor amigo, que praticava bullying com os que não se destacavam. Jack não participava nessas situações, mas também não se opunha. Namorava Sloan, embora não gostasse realmente dela. Sloan era uma rapariga popular que iria receber uma herança bastante grande, sendo um dos motivos da existência da relação. Como o pai de Jack tinha morrido, ele vivia apenas com a sua mãe. Viviam bem e com luxo, ela era simpática e generosa, pois doava dinheiro para instituições.
   Um dia, uma rapariga vestida de preto entregou ao Jack um envelope que dizia que apenas teria mais trinta dias de vida. Ela dizia que era a morte, uma rapariga engraçada e com grande caráter. No entanto, ele não acreditou e achou que era brincadeira. No desenrolar da história, seguindo as indicações da morte, Jack conheceu novos amigos e descobriu que os seus antigos amigos não o eram verdadeiramente. 
   A história tem um final comovente. Qual? Terão de ler para descobrirem.

Luísa Carvalho, Nº 14 – 8º E


O tempo e o espaço do tio Alberto – Russel Stannard
    Jedanken é um jovem estudante às voltas com o trabalho de ciências que o professor lhe mandou fazer.
    Recorrendo ao tio Alberto, Jedanken acaba por descobrir um tema interessante para o seu trabalho, em resultado das aventuras espaciais que fez com ele. Jedanken ficava mais gordo, sem engordar; ficava mais magro, sem o sentir; e mais jovem, sem o notar… Sem saber, estava a fazer descobertas extraordinárias acerca dos mistérios do tempo e do espaço.
    Na minha opinião, o livro é interessante, porque fala sobre as aventuras das personagens, aventuras essas bastante fora do comum.
Cíntia Fernandes, Nº9 – 7º C


Bicicleta à Chuva – Margarida Fonseca Santos
  Nós lemos o livro Bicicleta à Chuva, de Margarida Fonseca Santos, ilustrado por Danut Wajciechowska. 
     Este livro relata uma história de Bullying, Coragem e Amizade.
    É demonstrado aqui o dia-a-dia difícil de certos jovens, neste caso de Jaime, um pequeno rapaz com algumas dificuldades sociais, mas com grande aptidão para o desenho; e Valdomiro, o chefe de um gangue denominado de “Alcaides”, que suportava constantemente dificuldades financeiras e os atos agressivos do seu pai. Jaime carregava um enorme segredo: os “Alcaides” tomavam conta da sua vida, deixando-lhe, no corpo e na alma, marcas difíceis de apagar. Através da violência, Valdomiro descarregava todos os seus problemas no pobre e indefeso Jaime.
   Será que Valdomiro vai parar com os seus atos agressivos e Jaime conseguirá ter uma vida como a de outro jovem qualquer? Aconselhamos a leitura deste incrível livro, pois fará com que mudes a tua maneira de pensar.
Ana Sofia Castro, Nº4 – 8º E
Henrique Salgado, Nº 9 – 8º E 

Natal – Miguel Torga
    Este conto fala-nos de um velho chamado Garrinchas que era um pedinte, melhor dizendo, um sem-abrigo.
    Este senhor vivia em Lourosa onde fazia o seu peditório, mas, por vezes, tinha de se deslocar para outras terras, pois na sua ninguém lhe oferecia nada. Na noite de consoada, quando regressava a casa, começou a nevar, o que lhe dificultou a chegada à sua terra natal para consoar. Com muitas dificuldades, foi obrigado a parar e a instalar-se no alpendre de uma capela. Então decidiu fazer uma fogueira para se aquecer, mas não tinha lenha seca. Foi à capela ver se encontrava um pedaço de papel e reparou num andor que poderia servir para acender a fogueira. E assim foi, acendeu a fogueira e ia começar a cear o seu naco de presunto com pão quando, por descargo de consciência, se levantou e foi buscar uma santa com o menino para “cearem com ele”, junto da fogueira.
    Na minha opinião, o que mais me impressionou foi o momento em que ele foi buscar a Senhora e o menino para a beira da fogueira para “consoarem” os três, onde se fez representar como membro do presépio.
    Com este conto, podemos concluir que não precisamos de muito para sermos felizes e que, com simples gestos, podemos criar a nossa felicidade.

Beatriz Teixeira, Nº9 – 8º D

Voa comigo – Maia Gonzalez
    Eu li o livro Voa comigo da escritora Maia Gonzalez e achei-o muito interessante.
    Esta obra fala sobre um menino de onze anos que sonhava vir a ser piloto-aviador, tal como o seu pai. Sonhava conhecer todos os países do mundo, mesmo os que ficavam mais longe, e todos apoiavam o seu desejo. A sua mãe encontrava-se internada num hospital psiquiátrico e Edu gostava tanto dela, que a visitava todos os fins-de-semana. No entanto, ele viu-se obrigado a encarar a realidade, quando o pai lhe comunicou que ia voltar a casar. Mas, depois, Edu reencontrou um amigo que é capaz de o perceber, que está sempre presente, alguém capaz de lhe revelar um segredo maravilhoso: o Amor torna tudo possível: a vida, a criatividade e a alegria.
    Eu gostei do livro pelas características de Edu: ele gostava muito da sua mãe e preocupava-se muito com ela e isso demonstra que é um bom filho.
Diana Soares, Nº10 - 7ºC

Natal – Miguel Torga
    Este texto fala de um homem chamado Garrinchas, de setenta e cinco anos. O homem era um mendigo que andava a pedir na sua terra natal, Lourosa. Mas, com o passar do tempo, as pessoas iam-lhe negando ajuda e o pobre Garrinchas, como consequência, teve de ir pedir a terras desconhecidas.   Num dia o pobre homem meteu na cabeça que queria ir consoar à sua terra, embora não tivesse família nem casa para o acolher, apenas o calor do forno do povo.
   Em certo momento da sua caminhada para Lourosa, começou a nevar, o que lhe dificultou o regresso. Naquela noite, reparou que a porta de uma capela estava aberta e resolveu abrigar-se lá.          Tentou fazer uma fogueira, mas não conseguiu, pois as urgueiras estavam verdes e húmidas.
  Resolveu então ir à sacristia procurar papel e, ao virar-se, viu um andor e fez a fogueira com a madeira deste. Pegou numa navalha que tinha no bolso e cortou um pedaço de broa e uma fatia de febra. Garrinchas, satisfeito com aquele acolhimento, antes de começar a comer, “convidou” uma santa e o seu menino para se juntarem a ele.
   No meu ponto de vista, o aspeto que mais me impressionou foi o Garrinchas ter pegado na santa e no menino e ter feito um presépio, sendo ele próprio um membro. Eu aconselho a leitura deste texto, pois mostra-nos que, apesar da sua pobreza, o Garrinchas não perdia a sua felicidade nem a fé.

Joana Costa, Nº2 – 8º D

Dentes de Rato - Agostinha Bessa-Luís
    O livro que eu li intitula-se Dentes de Rato e é da autoria de Agustina Bessa-Luís.
   Na minha opinião, o livro tem algum interesse, mas já li outros mais interessantes. De qualquer modo, achei curiosa a parte em que começaram a chamar “dentes de rato” a Lourença e ela reagiu mal à alcunha.
   Eu considero que ela teve motivos para ficar chateada, já que ninguém deve usar alcunhas.

Priscília Costa, Nº19 – 7º C

O Caçador – Miguel Torga
    Eu li o conto O Caçador inserido na obra Novos Contos da Montanha, de Miguel Torga.
   O texto fala sobre o Tafona, um caçador de oitenta e cinco anos, que já tinha perdido algumas habilidades na caça devido à idade. Tinha casado e tinha tido filhos, mas a vida familiar nunca o entusiasmou tanto como a caça. Galgava as serras ao mesmo tempo que contemplava a beleza das paisagens. Vivia distanciado dos problemas da aldeia, portanto, vivia num mundo muito seu. No entanto, a idade começou a perturbar essa sua atividade e já não podia ir caçar para tão longe. Então começou a passar mais tempo em casa e a saber todas as intrigas da aldeia, contadas pela sua mulher.
    Para saberem o resto da história, devem ler este conto. Na minha opinião, a personagem Tafona, psicologicamente, é alguém que prefere a solidão das montanhas às intrigas da aldeia e isso é muito positivo, porque mostra bom caráter, por isso eu gostei dele.
Filipe Ferreira, Nº5 - 8ºD

Natal – Miguel Torga
    O conto Natal foi escrito por Miguel Torga e insere-se na obra Novos Contos da Montanha.
  Fala da personagem Garrinchas, um pobre pedinte, que, por força das circunstâncias, se viu obrigado a pedir longe da sua terra. Numa noite de consoada, tenta chegar a Lourosa para passar a noite na sua terra, mas o mau tempo e o cansaço impedem-no de concluir a caminhada. Então resolve ficar numa ermida. Depois de várias tentativas, lá consegue acender uma fogueira para se aquecer. Como não tinha mais nada, fez a fogueira com o andor que lá estava. Em tom humorístico, improvisa um presépio: tem a Senhora, o menino e ele próprio faz de S. José.
   Nós gostamos deste texto, devido à simplicidade de Garrinchas. Aconselhamos a sua leitura, pois é muito interessante.
Cláudia Castro, Nº6 – 8º E
Filipa Ferreira, Nº 8 – 8º E
Juliana Rodrigues, Nº13  – 8º E

Pardinhas – António Mota
   O famoso escritor António Mota nasceu em 1957 e era professor de Ensino Básico. Escreveu o livro Pardinhas que relata a história de um velho e doente, o avô…
   Este quis fazer uma viagem à terra onde tinha nascido: Pardinhas. E é lá, junto de uma casa em ruínas, que ele conta aos netos a sua infância e adolescência - uma história e vivências que os netos desconheciam. A partir de então, eles passaram a compreender melhor o seu avô.
   Nós gostamos imenso de ler este livro, pois aprendemos a compreender os mais velhos e a respeitá-los, devido às suas histórias de vida.
Rosa Oliveira, Nº20 - 7ºC
Pedro Monteiro, Nº18 - 7ºC


Natal – Miguel Torga
   O conto Natal, de Miguel Torga, insere-se na obra Novos Contos da Montanha.
   Este texto fala de um mendigo que queria passar o Natal na sua terra, mas quando ia a caminho, começou a nevar e, devido à neve e ao frio, ele teve de interromper a sua viagem. Aí, o senhor observou uma capela e decidiu abrigar-se. Devido ao frio que se fazia sentir, ele resolveu fazer uma fogueira com o andor que lá se encontrava. Em tom de brincadeira, ele acabou por arranjar um presépio improvisado: a imagem da Senhora faz dela, o menino também e ele de S. José. Na nossa opinião, a simplicidade deste texto faz com que ele se torne interessante, pois o homem ficou feliz apenas com um simples presépio.
   Concluindo, consideramos que toda a gente deveria ler este texto, pois ensina-nos que por vezes as coisas mais simples são as que nos fazem mais felizes.
Joana Cunha, Nº10 – 8º E
Luísa Carvalho, Nº 14 – 8º E
Mara Mendes, Nº15  – 8º E

Avó e neto contra vento e areia – Teolinda Gersão
    Uma avó e o neto de cinco anos decidem ir à praia num lindo dia de sol. Os dois estavam felizes naquela manhã, então aproveitaram para dar um mergulho na água do mar. O bem-estar que sentia ao estar com o neto dava-lhe a sensação de entender o mundo.
    Então a avó, distraída com os seus pensamentos, não percebeu que tinha perdido os óculos no rochedo. Os dois procuraram-nos, mas sem sucesso. Apesar desta perda, a manhã continuava a correr bem, até que se levantou um intenso vento incómodo.
    De seguida, eles decidem regressar a casa, mas aperceberam-se de que era impossível, porque estavam perdidos e, sem os óculos, ela não se conseguia orientar. No caminho, o neto espetou um pico no pé e então, como ele não parava de se queixar, a avó levou-o ao colo, apesar de já ter os ossos frágeis. Ela não se deu por vencida, mas receou estar perdida no meio das dunas. A recordação do passado, em que ela já tinha perdido uma criança, fê-la lembrar-se de que o mesmo se pudesse repetir.
    Sentia-se perdida, até que o neto avistou o cão do Senhor Lourenço e tudo ficou bem. Estavam felizes por se terem livrado daquela situação e puderam retomar as suas vidas.
   Esta história agradou-me, porque nos fala de uma aventura difícil, mas muito interessante. Recomendo a leitura deste conto.          
Beatriz Castro, Nº6  – 7º C

Leandro, Rei de Helíria - Alice Vieira    
    O livro que eu li chama-se Leandro, Rei de Helíria e a autora, neste caso, chama-se Alice Vieira.Vamos agora perceber um pouco mais do que trata este livro. Trata-se de um rei que tinha três filhas: Violeta, Hortênsia e Amarílis. Ele teve um sonho que achou que era um recado dos deuses em que ele perderia todos os seus bens: o manto a coroa… Como ele achava que os deuses queriam que ele deixasse de governar, decidiu dar o reino a uma das suas filhas. Hortênsia e Amarílis acabaram por ficar com o reino, que foi dividido pelas duas, porque Violeta disse ao pai que precisava dele como a comida queria o sal, mensagem que o monarca não entendeu.    
    Aconteceram muitas peripécias, até que o rei, despojado de tudo o que lhe pertencia e afastado pelas duas filhas, acabou por chegar ao reino de Violeta. Quando foi convidado a provar a comida sem sal, percebeu que afinal a filha que mais o amava era Violeta e não as outras, que até já o tinham abandonado. É nesse momento que ele reconhece Violeta e lhe pede perdão.Este livro ensina-nos uma grande lição. Mostra que as palavras mais belas nem sempre são verdadeiras e as mensagens mais simples podem ser ditas com coração e é a essas que devemos dar valor. Por isto, aconselho a todos a leitura deste texto.

João Oliveira, Nº 15 - 7ºC


Dentes de Rato - Agostinha Bessa-Luís
    A personagem principal desta obra era uma menina que tinha muita imaginação e espírito de aventura. Ela queria viajar, mas os familiares não concordavam, por acharem que era desconfortável. Então decidiram fazer a viagem com os dedos. O pai pegava num mapa e começavam a percorrê-lo com os dedos. Eram, portanto, viagens imaginárias.
   Eu gostei muito deste livro, porque percebi que é possível contornar certas situações e percebi também que ninguém pode limitar a nossa imaginação.

Bruno Nogueira, Nº 7 – 7ºC

Sete Dias e Sete Noites - Álvaro Magalhães
    Eu li o livro Sete Dias e Sete Noites, da coleção Triângulo Jota, da autoria de Álvaro Magalhães.
   Em Vivalma, uma pequena aldeia onde o Jorge, o Joel e a Joana foram passar férias, os dias eram muito compridos e as noites eram mais misteriosas. Os acontecimentos estranhos foram aparecendo ao logo das férias. E, quando os três miúdos decidem visitar o Solar dos Meneses, que dizem receber visitas de mortos, envolvem-se numa investigação arrepiante que lhes revela os segredos mais ocultos da casa.
    Achei este livro interessante, porque fala sobre uma aventura magnífica.

Patrícia Pereira, Nº5 - 7ºC


Dentes de Rato - Agostinha Bessa-Luís
    O livro que eu li chama-se Dentes de Rato e foi escrito por Agustina Bessa-Luís.
   Lourença, a personagem principal, era uma menina que, por ter os dentes pequeninos, tinha a alcunha de “dentes de rato”. É claro que ela não gostava de ser tratada assim. Mais tarde, mudou fisicamente e passou a ter uns dentes comuns. Mesmo que os outros continuassem a tratá-la desse modo, ela já não se sentia ofendida, porque já não tinha complexos.
   Gostei deste livro, porque fala das emoções de uma rapariga, o que me dá interesse. Para além disso, aprendi que não devemos julgar os outros pela aparência.

Sara Costa, Nº21 - 7ºC

Leandro, Rei de Helíria - Alice Vieira
    Este livro fala de Leandro, Rei de Helíria, sempre acompanhado pelo seu fiel bobo, e das três filhas com nomes de flores: Hortênsia, Amarílis e Violeta. Elas decidem casar-se com os príncipes Felizardo, Simplício e Reginaldo.
   Num certo dia, o rei pede às filhas para traduzirem em palavras o quanto gostavam dele. Hortênsia e Amarília utilizam belas palavras para o efeito, o que agrada ao pai. Violeta diz que gosta tanto dele como a comida gosta do sal. Ele interpretou mal a comparação e expulsou-a do reino. Mais tarde, as suas outras filhas acabaram por abandoná-lo e ele, já sem nada, teve de sair do reino. Entretanto, Leandro foi conduzido ao reino de Violeta e esta deu-lhe comida sem sal. Foi nesse momento que ele a reconheceu e compreendeu finalmente as suas palavras. Violeta acolheu o seu pai como uma boa filha e viveram felizes para sempre.
   Eu achei a história muito interessante, cheia de peripécias divertidas e recomendo a sua leitura.

Gonçalo Oliveira, Nº13, 7ºC
                                                                                                                     
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar – Luís Sepúlveda
    Eu li a obra História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, da autoria de Luís Sepúlveda. A história fala de um gato grande, preto e gordo. Um dia uma gaivota foi apanhada por uma maré negra cheia de petróleo que a deixou num estado muito grave. Mas antes de morrer, ela deixou um ovo ao cuidado de Zorbas que ficou encarregado de ensinar a gaivota a voar e, como ele era um gato de palavra, cumpriu essa promessa.
   Eu gostei imenso desta obra, porque é muito interessante, na medida em que nos transmite uma mensagem de esperança.

Ariana Carvalho, Nº 4 - 7ºC


Sexta-Feira ou a Vida Selvagem - Michel Tournier
    Quando chegou o dia de escolher o livro para ler, tinha várias opções. Andei a ver o que mais me interessava e este livro parecia que chamava por mim. Ao princípio, o livro era como os outros mas, à medida que ia virando a página, o meu interesse despertava.
   A personagem principal do texto é Robinson que incrivelmente conseguiu sobreviver numa ilha, Speranza. Muito tempo depois, criou uma civilização em que ele era o líder. Speranza, depois de muitos anos, foi atacada e só Robinson e um amigo sobreviveram. A ilha ficou completamente destruída e o que sobrava eram os cereais e uma pequena gruta. Apareceu um pássaro que serviu de criado a Robinson que, tempos depois, criou uma maneira de comunicarem.
   O que mais me chamou a atenção foi o facto de Robinson ainda não ter voltado ao país que deixou, mas também compreendo, porque depois de ter criado uma ilha inteira (Speranza) era difícil voltar.

Eunice Soares, Nº12 - 7ºC

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar – Luís Sepúlveda
    Esta história fala de um gato grande, preto e gordo chamado Zorbas.
   A ação resume-se a uma gaivota que ficou presa numa maré de petróleo. Depois de conseguir sobreviver, foi para o parapeito de uma janela onde encontrou o gato e lhe pediu que cuidasse da sua bebé gaivota que tinha acabado de nascer. Como Zorbas era um gato de palavra, cumpriu a sua promessa. Quando a gaivota já era grandinha, Zorbas ensinou-a a voar.
   Eu acho que esta história é bonita. No início, já tinha interesse, mas quando a gaivota pôs o ovo, tornou-se mais criativa, o que me transmitiu mais incentivo.

Ana Beatriz, Nº2 - 7ºC

Pedro e o Papa - Maria Teresa Maia Gonzalez
    Eu li o livro Pedro e o Papa, de Maria Teresa Maia Gonzalez. Trata-se de um livro constituído por cartas da autoria de um menino, dirigidas ao papa.                           
   De todas as cartas que li, aquela de que mais gostei tem a data de 27 de agosto de 2003. Nessa carta, fala-se de uma boa e de uma má notícia: a boa é que o Pedro foi visitar o seu pai à prisão e a má é que foi visitar sua avó ao lar e ela estava muito doente.
   Ele saiu do lar todo preocupado a lembrar-se da cara da sua avó e do que a enfermeira Madalena lhe dissera. Então foi a correr para a casa da sua tia avisá-la de que era melhor ir ao lar o mais depressa possível, o mais tardar no dia seguinte. No entanto, ela encolheu os ombros e não lhe respondeu. Contudo, ele não desistiu e ela zangou-se com ele, dizendo-lhe que não era surda e que já tinha percebido a mensagem. Depois foi para a sua casa e disse exatamente o mesmo à sua mãe. Antes de ir dormir, voltou a dizer o mesmo à sua mãe, mas ela também não lhe respondeu.
   No domingo seguinte, ele passou a tarde no lar com a sua avó, a rezar para que a sua mãe e a sua tia lá fossem. Depois foi buscar um copo de água à cozinha e, quando chegou ao quarto, para seu espanto, viu lá a sua mãe e mais tarde um pouco chegou lá a sua tia. Então ele deixou-as em paz e ouviu a sua avó a falar muito bem dele. Em seguida, esperou pela sua mãe à porta do lar e, quando ela saiu, deu-lhe uma péssima notícia: a sua avó tinha morrido. Como é óbvio, ficou muito triste. No funeral, ele ficou tão perturbado que teve um ataque de asma e não ficou até ao fim da cerimónia, pois teve de ir até ao hospital.
   Esta história não acabou da melhor maneira, mas a morte da sua avó teria de chegar mais cedo ou mais tarde. Recomendo a leitura deste livro, pois é uma história muito interessante, apesar de ter momentos tristes, mas é a vida e por isso é que gostei dele.  

Tiago Fernandes, Nº15 - 8ºD


História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar – Luís Sepúlveda
    Eu li o livro “A História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar”, do autor Luís Sepúlveda.
    Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma gaivota, apanhada por uma maré negra de petróleo, deixa antes de morrer a seu cuidado o ovo que tinha acabado de pôr.
Zorbas, como é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas a que se tinha comprometido, não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello. Como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo, do que a fazer de pais de uma cria de gaivota.
   Eu gostei muito de ler este livro, porque é muito interessante, as personagens são engraçadas e fala de uma linda história.
Beatriz Castro, Nº6 - 7ºC
                                      
Os Cinco Voltam à Ilha – Enid Blyton
    O livro foi escrito por Enid Blyton e conta a história de quatro jovens e do seu fiel cão: A Zé, a Ana, o David, o Júlio e o Tim (o cão).
   Esta aventura decorre na ilha que pertence à mãe da Zé, mas que também lhe pertence a ela. No decorrer da história, houve alguns vilões, entre eles a senhora Stick que era uma mulher fria e carrancuda. Essa vilã tinha um filho que era um rapaz chato e convencido e que andava sempre fazer troça da Zé. Para além destes dois, existia mais um, o senhor Stick, que era um pescador muito ganancioso. Os cinco vivem uma aventura desafiante, por vezes até pensam em separar-se, mas a força de vencer estes vilões foi maior e conseguiu mantê-los juntos.
   Nós gostamos bastante deste livro pois demonstrou que por vezes podemos encontrar muitas dificuldades na vida, mas nunca podemos desistir dos nossos sonhos.

Henrique Salgado e José Pedro - 8º E

A Ilha Encantada – Hélia Correia
    Eu li o livro de Hélia Correia, “A Ilha Encantada”.
   A ação decorre numa ilha onde Próspero, o legítimo duque de Milão e perito em artes mágicas, desencadeia uma tempestade que faz naufragar a nau em que viajavam António, seu irmão e usurpador do ducado de Milão, Alonso, rei de Nápoles, cúmplice de Ferdinand, filho do rei de Nápoles e outros. Próspero acaba por alcançar os seus intentos, ao conseguir que Miranda, sua filha, e Ferdinand se apaixonem e casem, repondo a justiça. 
   Na minha opinião, o livro era interessante, por isso recomendo a toda a gente a sua leitura.

Cláudia Castro, Nº6 – 8º E

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Jorge Amado
    Eu li esta obra que desenvolve a seguinte história: Existe um gato que é considerado por todos, muito mau. A partir de certo momento, conhece uma andorinha e tudo muda. Ele fica totalmente diferente, pois ela consegue-lhe despertar sentimentos de amor e amizade.
   É interessante ver como dois animais tão distintos conseguem desenvolver uma relação tão próxima, estabelecendo fortes laços afetivos.
   Na minha opinião, é precisamente essa a ideia que o autor pretende transmitir, ou seja, o Amor não estabelece barreiras. Parecendo um livro infantil, pelo contrário, este texto transmite uma importante mensagem para pessoas de todas as idades.

Sérgio Ribeiro, Nº15 – 8º D

Aventuras de João Sem Medo – José Gomes Ferreira
    Eu li o livro “Aventuras de João Sem Medo”, de José Gomes Ferreira e achei-o muito inspirador para certos setores da minha vida.
   Como o nome diz, João Sem Medo era um rapaz muito corajoso que vivia numa aldeia chamada Chora-Que-Logo-Bebes cujos habitantes passavam a vida a chorar, desde manhã até à noite. Um dia, ele fartou-se e decidiu saltar o Muro que protegia a aldeia da Floresta Branca, no qual estava um aviso que dizia: “É proibida a entrada a quem não andar espantado de existir”. O rapaz nem leu o aviso até ao fim, desatou logo a subir o Muro por uma trepadeira e, quando chegou ao cimo, a descida foi ainda mais fácil.
   O que aconteceu depois? Começaram as suas misteriosas aventuras nas quais João Sem Medo teve de decifrar muitos enigmas. A sua arma poderosa está bem explícita: é não ter medo. Só assim é que consegue ultrapassar os vários obstáculos que vão surgindo.
   Aconselho a leitura desta obra, pois transmite uma lição e pode-nos fortalecer psicologicamente. No meu caso, afastou o medo que “passeava” em mim.

Ana Sofia Castro, Nº4 – 8º E

terça-feira, 9 de junho de 2015

O Sonho - Sebastião da Gama

Nós lemos o poema O Sonho, de Sebastião da Gama.
De acordo com o sujeito poético, o que importa é sonhar. Concretizar ou não o sonho é indiferente, o importante é termos fé, esperança e colocarmos a nossa alma no sonho que tentamos perseguir. Há palavras que remetem para a ação “Partimos. Vamos”. Assim, o que importa é tentarmos. Este texto é constituído por quatro estrofes; uma quintilha, uma sétima, e dois monósticos.
Na nossa opinião, este texto é muito interessante, porque nos aconselha a seguirmos os nossos sonhos e na idade em que estamos temos muitos sonhos.
    Bruna Silva, Nº1 - 7ºD

    Daniela Nogueira, Nº7 - 7ºD
Lágrima de Preta - António Gedeão

Eu li o poema Lágrima de Preta, de António Gedeão.
Pelo que eu percebi, o sujeito poético faz uma experiência química com uma lágrima de preta. Depois de ter sido colocada no tubo de ensaio, misturada com ácidos e sais, no frio e no quente, verificou-se que a lágrima continha água e cloreto de sódio, ou seja, os componentes normais das lágrimas.
Na minha opinião, o sujeito poético pretende transmitir a mensagem de que, brancos ou negros, somos todos iguais.

Diogo Rafael Mendes Ribeiro, Nº8 - 7ºD
A Espera - Miguel Torga

Eu li o poema “A Espera”, de Miguel Torga.
Este texto fala sobre a espera de uma mãe que vê o seu filho partir numa expedição, na época dos descobrimentos. Como tal, manifesta sentimentos de angústia. O texto diz que o coração da mãe parou, enquanto o filho não regressou, ou seja, é como se a mãe tivesse deixado de viver.
Na minha opinião, é natural que a mãe tenha ficado angustiada, pois aquelas viagens eram muito perigosas.

Sebastien Cima Méjanès, Nº23 - 7ºD

terça-feira, 28 de abril de 2015

Leandro, o Rei da Helíria – Alice Vieira

Eu estou a ler o texto dramático Leandro, o Rei da Helíria, que fala de um rei que tinha três filhas: Violeta, Hortênsia e Amarílis.
No início, o rei Leandro conversa com o bobo sobre um sonho que ele teve. Ele sonhou que a coroa, o cetro e o manto lhe fugiam e ouvia pessoas a rir. Não conseguia deixar de pensar nesse sonho e achou que era um recado dos deuses para entregar o seu reino a alguém mais jovem. Então decidiu escolher uma das filhas para o cargo. Escolheria aquela que o amasse mais. Uma delas disse que o amava como se ama o sol; outra que o amava como o ar. Finalmente, Violeta, mais nova, como não tinha jeito com as palavras, disse-lhe que precisava dele como a comida precisa do sal. O rei não entendeu esta comparação e expulsou Violeta de casa.
Ainda não terminei de ler o livro, mas estou com vontade de saber como é que a história se vai desenrolar. No entanto, desconfio que o rei ainda se vai arrepender dessa atitude.

Ricardo Coutinho, Nº 19 – 7º D