Só por Mal
Eu li o texto de Adriano correia de Oliveira
«Só por Mal». Trata-se de um texto poético, constituído por duas quadras e dois
tercetos, ou seja, um soneto.
Percebi que o sujeito poético corresponde às árvores
que se queixam de, no momento presente, se encontrarem «mortas, de rastos, pelo
chão!», destruídas pelo homem. Contudo, elas argumentam que lhe tinham dado
muitas coisas: «doces frutas saborosas», sombra no verão, companhia em momentos
de solidão, perfume, material para mobiliário e lenha para acender as lareiras,
no inverno. Mesmo assim, o homem mata-as e, por vezes, sem necessidade, daí o
uso do título «Só por Mal». Assim se relaciona o título com os últimos dois
versos «Mas só nos dói a ingratidão sofrida/ Dum mal inútil, - feito só por
mal!».
Gostei deste texto, porque nos leva a refletir
sobre algumas agressões à Natureza que por vezes acontecem e essa reflexão
ajuda-nos a mudar comportamentos.
Lúcia Lima – 8º A
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