segunda-feira, 30 de junho de 2014

Só por Mal
Eu li o texto de Adriano correia de Oliveira «Só por Mal». Trata-se de um texto poético, constituído por duas quadras e dois tercetos, ou seja, um soneto.
Percebi que o sujeito poético corresponde às árvores que se queixam de, no momento presente, se encontrarem «mortas, de rastos, pelo chão!», destruídas pelo homem. Contudo, elas argumentam que lhe tinham dado muitas coisas: «doces frutas saborosas», sombra no verão, companhia em momentos de solidão, perfume, material para mobiliário e lenha para acender as lareiras, no inverno. Mesmo assim, o homem mata-as e, por vezes, sem necessidade, daí o uso do título «Só por Mal». Assim se relaciona o título com os últimos dois versos «Mas só nos dói a ingratidão sofrida/ Dum mal inútil, - feito só por mal!».
Gostei deste texto, porque nos leva a refletir sobre algumas agressões à Natureza que por vezes acontecem e essa reflexão ajuda-nos a mudar comportamentos.     

Lúcia Lima – 8º A

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