segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Textos ano letivo 2015/2016

O meu nome é Mina – David Almond
   Este livro fala de uma miúda chamada Mina que gosta da noite, que acha que à noite tudo é possível.
   Quando era pequenina, tinha perdido o seu pai. Para além disso, agora não tem amigos, porque todos os colegas da turma a acham esquisita. Ela tem uma árvore no jardim de casa e, quando lhe apetece escrever no seu diário, vai para lá e observa a rua de cima para baixo. Depois de o seu vizinho, Sr. Myers falecer, mudou-se para lá outra família com dois filhos, um já crescido e outro acabado de nascer. A Mina desejava conhecer essa família, mas, como era tímida, não tinha coragem. 
   Finalmente, algum tempo depois, conseguiu vencer a timidez e conheceu o tal rapaz que adorava jogar futebol e que parecia tímido e solitário como ela.

Beatriz Fernandes, Nº2 – 8º E


A Malta do 2ºC – Catarina Fonseca
   O livro que li, para mim, muito diferente de todos os que já tinha lido. Apesar de ter uma capa e uma escrita normalíssimas, tem uma história que me despertou uma sensação muito diferente das outras. 
   Esta história fala de uma turma que, embora tenha alunos muito diferentes, têm todos algo que os une: a sua capacidade de resolverem problemas e de terem sempre uma grande imaginação. Eu identifico-me muito com uma personagem, a Flávia, que é calma, mas muito divertida. Não gosta de ver os amigos a sofrer e, por isso, é muito positiva. Por esse motivo é que me deixou aquela sensação estranha. 
   Eu aconselho a leitura deste livro, pois, tal como eu, podem encontrar alguém muito parecido convosco. 

Eunice Soares, Nº12 – 7º C


A Lua de Joana – Maria Teresa Maia Gonzalez
   O livro A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez.
   Este livro fala-nos de uma adolescente chamada Joana, que escreve cartas para a sua melhor amiga, Marta, que falecera devido ao consumo de drogas. Apesar de Marta não estar presente, Joana escreve-lhe cartas com todos os problemas vividos. Numa dessas cartas, Joana relata o falecimento da pessoa de que mais gostava, a sua avó Ju, pois era a única que se importava com ela, já que o seu pai nunca tinha tempo, devido à sua profissão, e a sua mãe andava sempre preocupada com o seu irmão que era um “pré-histórico”. Devido a estes problemas, Joana começou a enveredar por “caminhos escuros” que a levaram ao mundo das drogas. Assim, Joana começou a vender objetos que muito estimava, para conseguir manter o vício.
   Por fim, concluí que quem nos narra a história é o seu pai que encontrou as suas cartas no seu quarto. Também fiquei a saber que Joana faleceu.


Beatriz Teixeira, Nº9 – 8º D

A II guerra muu-ndial – Steve Cole
   Eu li o livro A II guerra muu-ndial, escrito por Steve Cole. 
  Segundo esta história, o mundo inteiro está em perigo e o professor Mu Muu, um boi genial, mais os seus companheiros, Pat e Bo, são agentes especiais do FBI (Força Bovina de Intervenção), viajam pelo mundo lutando contra os malvados touros do futuro. Estes pretendem manter o mundo no caminho certo e, para isso, combatem contra os touros do futuro, para que eles não consigam dominar esse mesmo futuro. 
   Eu gostei muito de ler este livro, portanto, recomendo a sua leitura.
João Oliveira, Nº 15 – 7º C

História Breve da Lua – António Gedeão
   Eu li o livro o texto dramático História Breve da Lua, de António Gedeão. 
  As personagens são uma Narradora, o Senhor do Mundo, um Camponês, um Astrónomo, Agapito, Jerónimo e a Rapariga das Fases. Segundo o texto, algumas pessoas pensavam que as sombras da Lua representavam um camponês que tinha sido castigado por trabalhar num domingo. No entanto, o Astrónomo, cheio de sabedoria, esclarece esse assunto e também o motivo pelo qual a Lua não apresenta sempre a mesma forma. 
   Acho que o objetivo desta obra é esclarecer os leitores/ espectadores sobre alguns aspetos relativos à Lua, mas de uma forma engraçada. Eu gostei muito de ler este livro, porque é engraçado e, ao mesmo tempo, didático.
Rui Freitas, Nº 13 – 8º D

A Lua de Joana – Maria Teresa Maia Gonzalez
   O livro A Lua de Joana, escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez, conta a história de Joana, uma adolescente, cuja melhor amiga era a Marta que tinha morrido devido ao consumo de drogas.
  Sentindo a falta da amiga, Joana decide escrever cartas a Marta, nas quais lhe relata os acontecimentos do dia-a-dia, os seus sentimentos, como se estivesse a escrever um diário.
   A Joana vivia com a mãe, que passava a vida na loja, com o seu pai. A Marta tinha um irmão chamado Diogo, para quem tinha sido difícil e custosa a perda da irmã. Joana acabou por se apaixonar por ele, tentou ajudá-lo, mas, a certa altura, descobriu que ele também consumia drogas.
  Ele ainda se consegue tratar e vai viver com o pai, mas Joana não consegue resistir ao mundo das drogas e acaba por morrer. A história termina com o seu pai a ler as suas cartas para Marta e a sentir-se frustrado por não ter estado presente.
  Esta história agradou-me, porque relata uma história comovente que, ao mesmo tempo, nos ensina os malefícios do uso de drogas, portanto, todos os jovens a deviam ler.

Tatiana Pires, Nº16 – 8º D


A Sereia – Kiera Cass
    Eu li o livro A Sereia, de Kiera Cass. 
É um livro emocionante que conta a história de Kahlen, uma rapariga que se tornou sereia para evitar a morte. A Água, que agora seria a sua mãe, fez com que ela fosse indestrutível e que a sua voz fosse fatal. Ela teria de viver cem anos como sereia, depois estaria livre novamente. Kahlen assistiu a milhares de mortes, pois ela tinha de cantar, para que a água se alimentasse, o que fazia com que muitas pessoas se afogassem. 
    Kahlen foi obediente à água durante oitenta anos, mas depois ela conheceu Akinti que a aceitava mesmo ela não falando. Então, Kahlen começou a repensar tudo o que tinha feito e quis parar com aquela vida. No entanto, não podia arriscar a vida das suas irmãs, Miaka, Padma e Elizabeth, por isso afastou-se de Akinti. Após três meses, Akinti ficou gravemente doente e ninguém sabia o motivo.   Também Kahlen, o ser indestrutível, ficou doente. 
   O que terá acontecido? Tenho a certeza de que, se ler, não se vai arrepender, por isso desejo-lhe uma ótima leitura.
Mara Mendes, Nº15 – 8º E

Avó e neto contra vento e areia – Teolinda Gersão
    O texto que eu li chama-se Avó e neto contra vento e areia e foi escrito por Teolinda Gersão. 
   Este texto é do meu agrado, porque o neto para a avó era como um filho e ela sentia que não o podia perder como perdera uma filha, no passado. A avó, apesar das dificuldades, não se deu por vencida e faria o que fosse preciso para ajudar o neto. Como ele estava com dores, ela tentou acalmá-lo para poderem regressar a casa. 
   Eu recomendo a leitura deste conto, porque mostra que quando realmente amamos uma pessoa fazemos o que for preciso para a proteger. 
Sara Costa, Nº21 – 7º C

A Lua de Joana – Maria Teresa Maia Gonzalez
    Nós lemos o livro A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez. 
   O livro conta a história de uma menina chamada Joana que escrevia cartas à sua melhor amiga que já tinha falecido. A sua melhor amiga, a Marta, tinha morrido de overdose.
   Joana tinha uma vida complicada, pois o seu pai raramente estava em casa devido ao trabalho e a mãe só se preocupava com a irmã que ela considerava traumatizada. Assim, a única pessoa que lhe dava atenção era a avó Ju, mas infelizmente já tinha morrido. Então Joana começou a associar-se ao irmão de Marta, Diogo, que tinha começado a usar drogas, pouco tempo depois da morte da irmã.
   Será que Joana seguirá os caminhos do namorado? Será que vai ter o mesmo fim da melhor amiga? O que irá acontecer com Diogo? Terá de ler para saber!
Joana Cunha, Nº10 – 8º E
Mara Mendes, Nº15 – 8º E

Envelope negro – _tirano
    Eu li o livro Envelope Negro, escrito por um autor amador que o publicou na internet e que assina com o nome _tirano.
   O livro relata a história de um rapaz chamado Jack, com uma personalidade arrogante e rude. Na escola, era um rapaz popular, andava com Walter, o seu melhor amigo, que praticava bullying com os que não se destacavam. Jack não participava nessas situações, mas também não se opunha. Namorava Sloan, embora não gostasse realmente dela. Sloan era uma rapariga popular que iria receber uma herança bastante grande, sendo um dos motivos da existência da relação. Como o pai de Jack tinha morrido, ele vivia apenas com a sua mãe. Viviam bem e com luxo, ela era simpática e generosa, pois doava dinheiro para instituições.
   Um dia, uma rapariga vestida de preto entregou ao Jack um envelope que dizia que apenas teria mais trinta dias de vida. Ela dizia que era a morte, uma rapariga engraçada e com grande caráter. No entanto, ele não acreditou e achou que era brincadeira. No desenrolar da história, seguindo as indicações da morte, Jack conheceu novos amigos e descobriu que os seus antigos amigos não o eram verdadeiramente. 
   A história tem um final comovente. Qual? Terão de ler para descobrirem.

Luísa Carvalho, Nº 14 – 8º E


O tempo e o espaço do tio Alberto – Russel Stannard
    Jedanken é um jovem estudante às voltas com o trabalho de ciências que o professor lhe mandou fazer.
    Recorrendo ao tio Alberto, Jedanken acaba por descobrir um tema interessante para o seu trabalho, em resultado das aventuras espaciais que fez com ele. Jedanken ficava mais gordo, sem engordar; ficava mais magro, sem o sentir; e mais jovem, sem o notar… Sem saber, estava a fazer descobertas extraordinárias acerca dos mistérios do tempo e do espaço.
    Na minha opinião, o livro é interessante, porque fala sobre as aventuras das personagens, aventuras essas bastante fora do comum.
Cíntia Fernandes, Nº9 – 7º C


Bicicleta à Chuva – Margarida Fonseca Santos
  Nós lemos o livro Bicicleta à Chuva, de Margarida Fonseca Santos, ilustrado por Danut Wajciechowska. 
     Este livro relata uma história de Bullying, Coragem e Amizade.
    É demonstrado aqui o dia-a-dia difícil de certos jovens, neste caso de Jaime, um pequeno rapaz com algumas dificuldades sociais, mas com grande aptidão para o desenho; e Valdomiro, o chefe de um gangue denominado de “Alcaides”, que suportava constantemente dificuldades financeiras e os atos agressivos do seu pai. Jaime carregava um enorme segredo: os “Alcaides” tomavam conta da sua vida, deixando-lhe, no corpo e na alma, marcas difíceis de apagar. Através da violência, Valdomiro descarregava todos os seus problemas no pobre e indefeso Jaime.
   Será que Valdomiro vai parar com os seus atos agressivos e Jaime conseguirá ter uma vida como a de outro jovem qualquer? Aconselhamos a leitura deste incrível livro, pois fará com que mudes a tua maneira de pensar.
Ana Sofia Castro, Nº4 – 8º E
Henrique Salgado, Nº 9 – 8º E 

Natal – Miguel Torga
    Este conto fala-nos de um velho chamado Garrinchas que era um pedinte, melhor dizendo, um sem-abrigo.
    Este senhor vivia em Lourosa onde fazia o seu peditório, mas, por vezes, tinha de se deslocar para outras terras, pois na sua ninguém lhe oferecia nada. Na noite de consoada, quando regressava a casa, começou a nevar, o que lhe dificultou a chegada à sua terra natal para consoar. Com muitas dificuldades, foi obrigado a parar e a instalar-se no alpendre de uma capela. Então decidiu fazer uma fogueira para se aquecer, mas não tinha lenha seca. Foi à capela ver se encontrava um pedaço de papel e reparou num andor que poderia servir para acender a fogueira. E assim foi, acendeu a fogueira e ia começar a cear o seu naco de presunto com pão quando, por descargo de consciência, se levantou e foi buscar uma santa com o menino para “cearem com ele”, junto da fogueira.
    Na minha opinião, o que mais me impressionou foi o momento em que ele foi buscar a Senhora e o menino para a beira da fogueira para “consoarem” os três, onde se fez representar como membro do presépio.
    Com este conto, podemos concluir que não precisamos de muito para sermos felizes e que, com simples gestos, podemos criar a nossa felicidade.

Beatriz Teixeira, Nº9 – 8º D

Voa comigo – Maia Gonzalez
    Eu li o livro Voa comigo da escritora Maia Gonzalez e achei-o muito interessante.
    Esta obra fala sobre um menino de onze anos que sonhava vir a ser piloto-aviador, tal como o seu pai. Sonhava conhecer todos os países do mundo, mesmo os que ficavam mais longe, e todos apoiavam o seu desejo. A sua mãe encontrava-se internada num hospital psiquiátrico e Edu gostava tanto dela, que a visitava todos os fins-de-semana. No entanto, ele viu-se obrigado a encarar a realidade, quando o pai lhe comunicou que ia voltar a casar. Mas, depois, Edu reencontrou um amigo que é capaz de o perceber, que está sempre presente, alguém capaz de lhe revelar um segredo maravilhoso: o Amor torna tudo possível: a vida, a criatividade e a alegria.
    Eu gostei do livro pelas características de Edu: ele gostava muito da sua mãe e preocupava-se muito com ela e isso demonstra que é um bom filho.
Diana Soares, Nº10 - 7ºC

Natal – Miguel Torga
    Este texto fala de um homem chamado Garrinchas, de setenta e cinco anos. O homem era um mendigo que andava a pedir na sua terra natal, Lourosa. Mas, com o passar do tempo, as pessoas iam-lhe negando ajuda e o pobre Garrinchas, como consequência, teve de ir pedir a terras desconhecidas.   Num dia o pobre homem meteu na cabeça que queria ir consoar à sua terra, embora não tivesse família nem casa para o acolher, apenas o calor do forno do povo.
   Em certo momento da sua caminhada para Lourosa, começou a nevar, o que lhe dificultou o regresso. Naquela noite, reparou que a porta de uma capela estava aberta e resolveu abrigar-se lá.          Tentou fazer uma fogueira, mas não conseguiu, pois as urgueiras estavam verdes e húmidas.
  Resolveu então ir à sacristia procurar papel e, ao virar-se, viu um andor e fez a fogueira com a madeira deste. Pegou numa navalha que tinha no bolso e cortou um pedaço de broa e uma fatia de febra. Garrinchas, satisfeito com aquele acolhimento, antes de começar a comer, “convidou” uma santa e o seu menino para se juntarem a ele.
   No meu ponto de vista, o aspeto que mais me impressionou foi o Garrinchas ter pegado na santa e no menino e ter feito um presépio, sendo ele próprio um membro. Eu aconselho a leitura deste texto, pois mostra-nos que, apesar da sua pobreza, o Garrinchas não perdia a sua felicidade nem a fé.

Joana Costa, Nº2 – 8º D

Dentes de Rato - Agostinha Bessa-Luís
    O livro que eu li intitula-se Dentes de Rato e é da autoria de Agustina Bessa-Luís.
   Na minha opinião, o livro tem algum interesse, mas já li outros mais interessantes. De qualquer modo, achei curiosa a parte em que começaram a chamar “dentes de rato” a Lourença e ela reagiu mal à alcunha.
   Eu considero que ela teve motivos para ficar chateada, já que ninguém deve usar alcunhas.

Priscília Costa, Nº19 – 7º C

O Caçador – Miguel Torga
    Eu li o conto O Caçador inserido na obra Novos Contos da Montanha, de Miguel Torga.
   O texto fala sobre o Tafona, um caçador de oitenta e cinco anos, que já tinha perdido algumas habilidades na caça devido à idade. Tinha casado e tinha tido filhos, mas a vida familiar nunca o entusiasmou tanto como a caça. Galgava as serras ao mesmo tempo que contemplava a beleza das paisagens. Vivia distanciado dos problemas da aldeia, portanto, vivia num mundo muito seu. No entanto, a idade começou a perturbar essa sua atividade e já não podia ir caçar para tão longe. Então começou a passar mais tempo em casa e a saber todas as intrigas da aldeia, contadas pela sua mulher.
    Para saberem o resto da história, devem ler este conto. Na minha opinião, a personagem Tafona, psicologicamente, é alguém que prefere a solidão das montanhas às intrigas da aldeia e isso é muito positivo, porque mostra bom caráter, por isso eu gostei dele.
Filipe Ferreira, Nº5 - 8ºD

Natal – Miguel Torga
    O conto Natal foi escrito por Miguel Torga e insere-se na obra Novos Contos da Montanha.
  Fala da personagem Garrinchas, um pobre pedinte, que, por força das circunstâncias, se viu obrigado a pedir longe da sua terra. Numa noite de consoada, tenta chegar a Lourosa para passar a noite na sua terra, mas o mau tempo e o cansaço impedem-no de concluir a caminhada. Então resolve ficar numa ermida. Depois de várias tentativas, lá consegue acender uma fogueira para se aquecer. Como não tinha mais nada, fez a fogueira com o andor que lá estava. Em tom humorístico, improvisa um presépio: tem a Senhora, o menino e ele próprio faz de S. José.
   Nós gostamos deste texto, devido à simplicidade de Garrinchas. Aconselhamos a sua leitura, pois é muito interessante.
Cláudia Castro, Nº6 – 8º E
Filipa Ferreira, Nº 8 – 8º E
Juliana Rodrigues, Nº13  – 8º E

Pardinhas – António Mota
   O famoso escritor António Mota nasceu em 1957 e era professor de Ensino Básico. Escreveu o livro Pardinhas que relata a história de um velho e doente, o avô…
   Este quis fazer uma viagem à terra onde tinha nascido: Pardinhas. E é lá, junto de uma casa em ruínas, que ele conta aos netos a sua infância e adolescência - uma história e vivências que os netos desconheciam. A partir de então, eles passaram a compreender melhor o seu avô.
   Nós gostamos imenso de ler este livro, pois aprendemos a compreender os mais velhos e a respeitá-los, devido às suas histórias de vida.
Rosa Oliveira, Nº20 - 7ºC
Pedro Monteiro, Nº18 - 7ºC


Natal – Miguel Torga
   O conto Natal, de Miguel Torga, insere-se na obra Novos Contos da Montanha.
   Este texto fala de um mendigo que queria passar o Natal na sua terra, mas quando ia a caminho, começou a nevar e, devido à neve e ao frio, ele teve de interromper a sua viagem. Aí, o senhor observou uma capela e decidiu abrigar-se. Devido ao frio que se fazia sentir, ele resolveu fazer uma fogueira com o andor que lá se encontrava. Em tom de brincadeira, ele acabou por arranjar um presépio improvisado: a imagem da Senhora faz dela, o menino também e ele de S. José. Na nossa opinião, a simplicidade deste texto faz com que ele se torne interessante, pois o homem ficou feliz apenas com um simples presépio.
   Concluindo, consideramos que toda a gente deveria ler este texto, pois ensina-nos que por vezes as coisas mais simples são as que nos fazem mais felizes.
Joana Cunha, Nº10 – 8º E
Luísa Carvalho, Nº 14 – 8º E
Mara Mendes, Nº15  – 8º E

Avó e neto contra vento e areia – Teolinda Gersão
    Uma avó e o neto de cinco anos decidem ir à praia num lindo dia de sol. Os dois estavam felizes naquela manhã, então aproveitaram para dar um mergulho na água do mar. O bem-estar que sentia ao estar com o neto dava-lhe a sensação de entender o mundo.
    Então a avó, distraída com os seus pensamentos, não percebeu que tinha perdido os óculos no rochedo. Os dois procuraram-nos, mas sem sucesso. Apesar desta perda, a manhã continuava a correr bem, até que se levantou um intenso vento incómodo.
    De seguida, eles decidem regressar a casa, mas aperceberam-se de que era impossível, porque estavam perdidos e, sem os óculos, ela não se conseguia orientar. No caminho, o neto espetou um pico no pé e então, como ele não parava de se queixar, a avó levou-o ao colo, apesar de já ter os ossos frágeis. Ela não se deu por vencida, mas receou estar perdida no meio das dunas. A recordação do passado, em que ela já tinha perdido uma criança, fê-la lembrar-se de que o mesmo se pudesse repetir.
    Sentia-se perdida, até que o neto avistou o cão do Senhor Lourenço e tudo ficou bem. Estavam felizes por se terem livrado daquela situação e puderam retomar as suas vidas.
   Esta história agradou-me, porque nos fala de uma aventura difícil, mas muito interessante. Recomendo a leitura deste conto.          
Beatriz Castro, Nº6  – 7º C

Leandro, Rei de Helíria - Alice Vieira    
    O livro que eu li chama-se Leandro, Rei de Helíria e a autora, neste caso, chama-se Alice Vieira.Vamos agora perceber um pouco mais do que trata este livro. Trata-se de um rei que tinha três filhas: Violeta, Hortênsia e Amarílis. Ele teve um sonho que achou que era um recado dos deuses em que ele perderia todos os seus bens: o manto a coroa… Como ele achava que os deuses queriam que ele deixasse de governar, decidiu dar o reino a uma das suas filhas. Hortênsia e Amarílis acabaram por ficar com o reino, que foi dividido pelas duas, porque Violeta disse ao pai que precisava dele como a comida queria o sal, mensagem que o monarca não entendeu.    
    Aconteceram muitas peripécias, até que o rei, despojado de tudo o que lhe pertencia e afastado pelas duas filhas, acabou por chegar ao reino de Violeta. Quando foi convidado a provar a comida sem sal, percebeu que afinal a filha que mais o amava era Violeta e não as outras, que até já o tinham abandonado. É nesse momento que ele reconhece Violeta e lhe pede perdão.Este livro ensina-nos uma grande lição. Mostra que as palavras mais belas nem sempre são verdadeiras e as mensagens mais simples podem ser ditas com coração e é a essas que devemos dar valor. Por isto, aconselho a todos a leitura deste texto.

João Oliveira, Nº 15 - 7ºC


Dentes de Rato - Agostinha Bessa-Luís
    A personagem principal desta obra era uma menina que tinha muita imaginação e espírito de aventura. Ela queria viajar, mas os familiares não concordavam, por acharem que era desconfortável. Então decidiram fazer a viagem com os dedos. O pai pegava num mapa e começavam a percorrê-lo com os dedos. Eram, portanto, viagens imaginárias.
   Eu gostei muito deste livro, porque percebi que é possível contornar certas situações e percebi também que ninguém pode limitar a nossa imaginação.

Bruno Nogueira, Nº 7 – 7ºC

Sete Dias e Sete Noites - Álvaro Magalhães
    Eu li o livro Sete Dias e Sete Noites, da coleção Triângulo Jota, da autoria de Álvaro Magalhães.
   Em Vivalma, uma pequena aldeia onde o Jorge, o Joel e a Joana foram passar férias, os dias eram muito compridos e as noites eram mais misteriosas. Os acontecimentos estranhos foram aparecendo ao logo das férias. E, quando os três miúdos decidem visitar o Solar dos Meneses, que dizem receber visitas de mortos, envolvem-se numa investigação arrepiante que lhes revela os segredos mais ocultos da casa.
    Achei este livro interessante, porque fala sobre uma aventura magnífica.

Patrícia Pereira, Nº5 - 7ºC


Dentes de Rato - Agostinha Bessa-Luís
    O livro que eu li chama-se Dentes de Rato e foi escrito por Agustina Bessa-Luís.
   Lourença, a personagem principal, era uma menina que, por ter os dentes pequeninos, tinha a alcunha de “dentes de rato”. É claro que ela não gostava de ser tratada assim. Mais tarde, mudou fisicamente e passou a ter uns dentes comuns. Mesmo que os outros continuassem a tratá-la desse modo, ela já não se sentia ofendida, porque já não tinha complexos.
   Gostei deste livro, porque fala das emoções de uma rapariga, o que me dá interesse. Para além disso, aprendi que não devemos julgar os outros pela aparência.

Sara Costa, Nº21 - 7ºC

Leandro, Rei de Helíria - Alice Vieira
    Este livro fala de Leandro, Rei de Helíria, sempre acompanhado pelo seu fiel bobo, e das três filhas com nomes de flores: Hortênsia, Amarílis e Violeta. Elas decidem casar-se com os príncipes Felizardo, Simplício e Reginaldo.
   Num certo dia, o rei pede às filhas para traduzirem em palavras o quanto gostavam dele. Hortênsia e Amarília utilizam belas palavras para o efeito, o que agrada ao pai. Violeta diz que gosta tanto dele como a comida gosta do sal. Ele interpretou mal a comparação e expulsou-a do reino. Mais tarde, as suas outras filhas acabaram por abandoná-lo e ele, já sem nada, teve de sair do reino. Entretanto, Leandro foi conduzido ao reino de Violeta e esta deu-lhe comida sem sal. Foi nesse momento que ele a reconheceu e compreendeu finalmente as suas palavras. Violeta acolheu o seu pai como uma boa filha e viveram felizes para sempre.
   Eu achei a história muito interessante, cheia de peripécias divertidas e recomendo a sua leitura.

Gonçalo Oliveira, Nº13, 7ºC
                                                                                                                     
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar – Luís Sepúlveda
    Eu li a obra História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, da autoria de Luís Sepúlveda. A história fala de um gato grande, preto e gordo. Um dia uma gaivota foi apanhada por uma maré negra cheia de petróleo que a deixou num estado muito grave. Mas antes de morrer, ela deixou um ovo ao cuidado de Zorbas que ficou encarregado de ensinar a gaivota a voar e, como ele era um gato de palavra, cumpriu essa promessa.
   Eu gostei imenso desta obra, porque é muito interessante, na medida em que nos transmite uma mensagem de esperança.

Ariana Carvalho, Nº 4 - 7ºC


Sexta-Feira ou a Vida Selvagem - Michel Tournier
    Quando chegou o dia de escolher o livro para ler, tinha várias opções. Andei a ver o que mais me interessava e este livro parecia que chamava por mim. Ao princípio, o livro era como os outros mas, à medida que ia virando a página, o meu interesse despertava.
   A personagem principal do texto é Robinson que incrivelmente conseguiu sobreviver numa ilha, Speranza. Muito tempo depois, criou uma civilização em que ele era o líder. Speranza, depois de muitos anos, foi atacada e só Robinson e um amigo sobreviveram. A ilha ficou completamente destruída e o que sobrava eram os cereais e uma pequena gruta. Apareceu um pássaro que serviu de criado a Robinson que, tempos depois, criou uma maneira de comunicarem.
   O que mais me chamou a atenção foi o facto de Robinson ainda não ter voltado ao país que deixou, mas também compreendo, porque depois de ter criado uma ilha inteira (Speranza) era difícil voltar.

Eunice Soares, Nº12 - 7ºC

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar – Luís Sepúlveda
    Esta história fala de um gato grande, preto e gordo chamado Zorbas.
   A ação resume-se a uma gaivota que ficou presa numa maré de petróleo. Depois de conseguir sobreviver, foi para o parapeito de uma janela onde encontrou o gato e lhe pediu que cuidasse da sua bebé gaivota que tinha acabado de nascer. Como Zorbas era um gato de palavra, cumpriu a sua promessa. Quando a gaivota já era grandinha, Zorbas ensinou-a a voar.
   Eu acho que esta história é bonita. No início, já tinha interesse, mas quando a gaivota pôs o ovo, tornou-se mais criativa, o que me transmitiu mais incentivo.

Ana Beatriz, Nº2 - 7ºC

Pedro e o Papa - Maria Teresa Maia Gonzalez
    Eu li o livro Pedro e o Papa, de Maria Teresa Maia Gonzalez. Trata-se de um livro constituído por cartas da autoria de um menino, dirigidas ao papa.                           
   De todas as cartas que li, aquela de que mais gostei tem a data de 27 de agosto de 2003. Nessa carta, fala-se de uma boa e de uma má notícia: a boa é que o Pedro foi visitar o seu pai à prisão e a má é que foi visitar sua avó ao lar e ela estava muito doente.
   Ele saiu do lar todo preocupado a lembrar-se da cara da sua avó e do que a enfermeira Madalena lhe dissera. Então foi a correr para a casa da sua tia avisá-la de que era melhor ir ao lar o mais depressa possível, o mais tardar no dia seguinte. No entanto, ela encolheu os ombros e não lhe respondeu. Contudo, ele não desistiu e ela zangou-se com ele, dizendo-lhe que não era surda e que já tinha percebido a mensagem. Depois foi para a sua casa e disse exatamente o mesmo à sua mãe. Antes de ir dormir, voltou a dizer o mesmo à sua mãe, mas ela também não lhe respondeu.
   No domingo seguinte, ele passou a tarde no lar com a sua avó, a rezar para que a sua mãe e a sua tia lá fossem. Depois foi buscar um copo de água à cozinha e, quando chegou ao quarto, para seu espanto, viu lá a sua mãe e mais tarde um pouco chegou lá a sua tia. Então ele deixou-as em paz e ouviu a sua avó a falar muito bem dele. Em seguida, esperou pela sua mãe à porta do lar e, quando ela saiu, deu-lhe uma péssima notícia: a sua avó tinha morrido. Como é óbvio, ficou muito triste. No funeral, ele ficou tão perturbado que teve um ataque de asma e não ficou até ao fim da cerimónia, pois teve de ir até ao hospital.
   Esta história não acabou da melhor maneira, mas a morte da sua avó teria de chegar mais cedo ou mais tarde. Recomendo a leitura deste livro, pois é uma história muito interessante, apesar de ter momentos tristes, mas é a vida e por isso é que gostei dele.  

Tiago Fernandes, Nº15 - 8ºD


História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar – Luís Sepúlveda
    Eu li o livro “A História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar”, do autor Luís Sepúlveda.
    Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma gaivota, apanhada por uma maré negra de petróleo, deixa antes de morrer a seu cuidado o ovo que tinha acabado de pôr.
Zorbas, como é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas a que se tinha comprometido, não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello. Como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo, do que a fazer de pais de uma cria de gaivota.
   Eu gostei muito de ler este livro, porque é muito interessante, as personagens são engraçadas e fala de uma linda história.
Beatriz Castro, Nº6 - 7ºC
                                      
Os Cinco Voltam à Ilha – Enid Blyton
    O livro foi escrito por Enid Blyton e conta a história de quatro jovens e do seu fiel cão: A Zé, a Ana, o David, o Júlio e o Tim (o cão).
   Esta aventura decorre na ilha que pertence à mãe da Zé, mas que também lhe pertence a ela. No decorrer da história, houve alguns vilões, entre eles a senhora Stick que era uma mulher fria e carrancuda. Essa vilã tinha um filho que era um rapaz chato e convencido e que andava sempre fazer troça da Zé. Para além destes dois, existia mais um, o senhor Stick, que era um pescador muito ganancioso. Os cinco vivem uma aventura desafiante, por vezes até pensam em separar-se, mas a força de vencer estes vilões foi maior e conseguiu mantê-los juntos.
   Nós gostamos bastante deste livro pois demonstrou que por vezes podemos encontrar muitas dificuldades na vida, mas nunca podemos desistir dos nossos sonhos.

Henrique Salgado e José Pedro - 8º E

A Ilha Encantada – Hélia Correia
    Eu li o livro de Hélia Correia, “A Ilha Encantada”.
   A ação decorre numa ilha onde Próspero, o legítimo duque de Milão e perito em artes mágicas, desencadeia uma tempestade que faz naufragar a nau em que viajavam António, seu irmão e usurpador do ducado de Milão, Alonso, rei de Nápoles, cúmplice de Ferdinand, filho do rei de Nápoles e outros. Próspero acaba por alcançar os seus intentos, ao conseguir que Miranda, sua filha, e Ferdinand se apaixonem e casem, repondo a justiça. 
   Na minha opinião, o livro era interessante, por isso recomendo a toda a gente a sua leitura.

Cláudia Castro, Nº6 – 8º E

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Jorge Amado
    Eu li esta obra que desenvolve a seguinte história: Existe um gato que é considerado por todos, muito mau. A partir de certo momento, conhece uma andorinha e tudo muda. Ele fica totalmente diferente, pois ela consegue-lhe despertar sentimentos de amor e amizade.
   É interessante ver como dois animais tão distintos conseguem desenvolver uma relação tão próxima, estabelecendo fortes laços afetivos.
   Na minha opinião, é precisamente essa a ideia que o autor pretende transmitir, ou seja, o Amor não estabelece barreiras. Parecendo um livro infantil, pelo contrário, este texto transmite uma importante mensagem para pessoas de todas as idades.

Sérgio Ribeiro, Nº15 – 8º D

Aventuras de João Sem Medo – José Gomes Ferreira
    Eu li o livro “Aventuras de João Sem Medo”, de José Gomes Ferreira e achei-o muito inspirador para certos setores da minha vida.
   Como o nome diz, João Sem Medo era um rapaz muito corajoso que vivia numa aldeia chamada Chora-Que-Logo-Bebes cujos habitantes passavam a vida a chorar, desde manhã até à noite. Um dia, ele fartou-se e decidiu saltar o Muro que protegia a aldeia da Floresta Branca, no qual estava um aviso que dizia: “É proibida a entrada a quem não andar espantado de existir”. O rapaz nem leu o aviso até ao fim, desatou logo a subir o Muro por uma trepadeira e, quando chegou ao cimo, a descida foi ainda mais fácil.
   O que aconteceu depois? Começaram as suas misteriosas aventuras nas quais João Sem Medo teve de decifrar muitos enigmas. A sua arma poderosa está bem explícita: é não ter medo. Só assim é que consegue ultrapassar os vários obstáculos que vão surgindo.
   Aconselho a leitura desta obra, pois transmite uma lição e pode-nos fortalecer psicologicamente. No meu caso, afastou o medo que “passeava” em mim.

Ana Sofia Castro, Nº4 – 8º E

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