sexta-feira, 14 de março de 2014

Os Lusíadas
Nas aulas de Português, andamos a estudar “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões.
O que mais gosto nesta obra é o contexto e a história que a rodeia, olhando para o seu autor e para os acontecimentos relatados. De certa forma, ajuda a entender melhor a História de Portugal e os sentimentos predominantes na época dos descobrimentos. Por esta razão, considero “Os Lusíadas” uma das maiores obras da nossa literatura e que manifesta um sentimento de profundo respeito principalmente para com “Os Lusíadas”, os descendentes de Luso, ou seja, o povo português.
O que menos aprecio é a linguagem que é usada que foi sofrendo alterações com o passar dos séculos, o que torna a compreensão mais complicada.

João Pedro Macedo - 9ºA 
A Aia
Quando li o conto “A Aia”, de Eça de Queirós, senti-me marcada por esta história. Marcou-me, pois é uma história um pouco triste.
Fala-nos de dois meninos de classes sociais diferentes, um da nobreza e outro do povo. O menino nobre era um principezinho que perdeu o seu pai, quando ainda vivia no seu berço. A Aia, que era sua ama, tomava conta dele e do seu filho. Estes dormiam em berços diferentes, o do príncipe era magnífico, de marfim e forrado de tecidos com brocados; o do escravozinho era pobre e de verga. Os dois meninos foram criados com muito amor e amamentados pelo mesmo seio, o da ama.
Entretanto, no palácio, vivia-se com o medo constante que o tio bastardo do principezinho, homem ganancioso e cruel, atacasse o sobrinho para se apoderar do trono. Até que, numa noite de silêncio e escuridão, o tio bastardo tentou matar o príncipe. Então, entre beijos desesperados, a Aia trocou rapidamente os meninos de berço: colocou o príncipe no berço de verga e o seu filho no berço real. Com esta atitude, a Aia salvou o seu príncipe e o seu reino, mas “condenou o seu filho à morte”.
Eu acho que esta personagem se preocupou mais com os outros do que consigo própria, tendo revelado a sua principal característica – lealdade para com os seus Senhores. Compreendo a sua atitude, mas eu não faria o que ela fez, porque acho que, se fosse mãe, faria de tudo para salvar o meu filho.
Cassandra Pereira – 9ºA
O menino da sua mãe
Quando eu li o poema de Fernando pessoa “O menino da sua mãe”, fiquei com uma sensação de tristeza, devido ao tema tratado.
 Percebi que o sujeito poético transmite os seus sentimentos de indignação e pesar pela morte de um jovem soldado na guerra. Esta ideia está presente no verso “ Tão jovem! Que jovem era!”. As exclamações traduzem precisamente a emoção do sujeito poético.
No meu caso pessoal, nunca vivi a perda de alguém próximo, mas fico sensibilizado quando assisto, na televisão, a notícias de mortes de pessoas em guerras, principalmente se forem jovens como eu.  

Luís Fonseca - 9ºA
Meu pé de laranja lima

Nas aulas de Português, estudamos o romance de José Mauro de Vasconcelos “Meu pé de laranja lima”. O personagem principal, Zézé, era muito manhoso, mas ao mesmo tempo muito sensível.
Em primeiro lugar, Zézé conquistou-me ao falar com uma simples árvore, à qual dera o nome de Minguinho. Depois, desceu na minha consideração ao tomar a iniciativa de roubar goiabas, podendo vir a ser castigado por tal asneira. Ficou com medo que lhe batessem e refugiou-se junto da irmã, Glória. Por último, tentou ganhar a sensibilidade da irmã e chorou. Nesse momento, percebeu que tinha vencido o jogo, pelo facto de a irmã lhe ter chamado “Gum”. Então beija a irmã carinhosamente, por perceber que recebia o seu afeto.
Assim se explica a minha afirmação inicial: Zézé era manhoso, mas dotado de uma sensibilidade fora do comum para uma criança da sua idade.


Catarina Peixoto - 9ºA
Aquela nuvem parece um cavalo

Quando li o poema de José Gomes Ferreira “Aquela nuvem parece um cavalo”, compreendi que o sujeito poético era um menino que estava na praia a observar as nuvens. Fiquei com a impressão que ele deu asas à sua imaginação e imaginava determinadas formas quando olhava para as nuvens.
Na minha opinião, a mensagem deste texto é que devemos valorizar a imaginação e os sonhos das crianças. Na última estrofe o sujeito poético faz um pedido: que o lancem para o mar de nuvens, ou seja, para o céu para poder participar nessas transformações. A meu ver, este pedido justifica precisamente o que acabei de dizer: devemos “abandonar” a realidade e viver os sonhos da infância.

Carina carvalho - 9ªA
O menino da sua mãe
Vou falar sobre o poema “O menino da sua mãe”, escrito pelo poeta Fernando Pessoa em 1926.
A leitura deste poema marcou-me, principalmente porque nos fala de uma mãe que perdeu o seu filho durante uma guerra. O menino era o único filho, foi por causa disso que a mãe lhe dera o nome de “o menino da sua mãe”. Os versos 26 e 27 ”Lá longe, em casa, há a prece:/ Que volte cedo e bem” transmitem-nos que a mãe estava sempre ansiosa que chegasse o dia do regresso do filho para o ver. No entanto, não sabia ainda que não voltaria a vê-lo, porque ele tinha morrido.
Acho o poema triste, porque fala da morte de alguém muito jovem, o que causará um grande sofrimento aos seus familiares. Embora sendo um texto triste, acho-o interessante e belo.

Ana soraia Peixoto - 9ºA
Um crime no expresso oriente
Tive o prazer, nas aulas de Português, de ler o livro de Agatha Christie “Um crime no expresso oriente”.
 Achei o livro muito interessante, porque eu gosto muito de ler policiais. Acho curiosa a forma como o criminoso tenta encobrir as provas do crime e, por outro lado, a forma como o detetive tenta desvendá-las. O detetive Hercule Poirot é daqueles detetives que conseguem descobrir os crimes mais difíceis e desmascarar os criminosos mais calculistas.
Para quem gosta de crime e mistério, aqui está uma boa proposta de leitura.


Bruno costa - 9ºA
O meu nome é Mina

Eu ando a ler o livro “O meu nome é Mina”, de David Almond e traduzido por Manuela Vaz. Ainda não acabei de o ler, mas em geral gosto muito de ler diários e este parece-me ser um bom diário.
Este livro fala de uma menina chamada Mina que refere muitas vezes que gosta da noite. Ela tem apenas 9 anos e é uma menina extremamente inteligente e criativa. Mina adora a noite, olhar para a lua, ver chegar a primavera, subir à sua árvore preferida e ficar lá sentada a ver o ninho dos melros. Gosta igualmente de falar sobre todos os assuntos, até mesmo os mais estranhos, com mãe. Ela também adora escrever no seu diário. Escreve, escreve e volta a escrever e nunca se cansa. A sua imaginação ganha asas à medida que vai descobrindo coisas, profundas ou triviais, sobre si própria e sobre o mundo.
Por todos estes motivos, aconselho a leitura deste livro.


Anabela Gonçalves – 9ºA
Se estou só, quero não ‘star

Quando li o poema de Fernando Pessoa “Se estou só, quero não ‘star” fiquei com a impressão que o sujeito poético vive num estado emocional de permanente insatisfação. Esta ideia está resumida nos seguintes versos: “Enfim, quero sempre estar/Da maneira que não estou.”.
No meu caso pessoal, não sinto o mesmo que o sujeito poético, uma vez que tento aceitar o que tenho e o que sou e penso que, desta forma, sou mais feliz. No entanto, compreendo o sujeito poético, já que conheço muitas pessoas que partilham do mesmo sentimento.

Airton Fonseca - 9ºA

quinta-feira, 6 de março de 2014

O velho e o mar

“O velho e o mar”, romance escrito por Ernest Hemingway, relata a seguinte situação: fala de um jovem de pais com bons capitais que tinham um bom barco de pesca, mas o rapaz gostava era de ir pescar com um idoso muito pobre, mas nobre.
 O idoso saiu para o mar, sozinho, sem o seu amigo, ele foi à procura de um bom peixe, um daqueles que ele já não via há muito.
 Ele, pensando que iria ser um dia como os outros, enganou-se, pois já pela tardinha um peixe mordeu o isco, mas não era um peixe qualquer, era um peixe grande. No entanto, o velho não o sabia, pois ele ainda não se tinha mostrado. O velho, quando deu por si, reparou que não era um peixe pequeno e prendeu muito bem a corda em volta da sua cinta e da sua mão esquerda e encostou-se à barreira do barco.
 Estou a achar o livro interessante, pois gostava de saber como vai acabar, portanto vou continuar a ler.

Tiago Cunha - 9ºE

Os Detetives da Viela Voltaire – A Baronesa no Baú

E u li o livro “Os Detetives da Viela Voltaire – A Baronesa no Baú” e gostei muito. Adorei o livro, porque gosto de séries de detetives e policiais.
O livro falava dos inquilinos de um condomínio, nos arredores de Paris, que adoram uma boa história policial e, como estavam fartos das suas habituais reuniões de condomínio, substituíram-nas por reuniões de um grupo de detetives que se reuniam no apartamento do 1º andar. Quando ocorreu o homicídio da baronesa, o suspeito foi um carteiro que pertencia àquele grupo. No entanto, ele estava inocente.
Os amigos acabaram por descobrir o verdadeiro criminoso e o carteiro ficou ilibado do crime de que era acusado injustamente.

Márcia Sousa - 9ºE

A Galinha

Quando li o conto “A Galinha” de Vergílio Ferreira, fiquei impressionado com a forma como a história se desenvolveu e tudo por causa de uma personagem cobiçar aquilo que era dos outros. Este texto, a meu ver, pretende criticar as pessoas que são invejosas e, ao mesmo tempo, demonstrar as consequências negativas que esse sentimento pode provocar.
Como gostei deste conto, fiquei com vontade de conhecer outras obras do autor.

Rafael Andrade - 9E

Um crime no expresso Oriente

Estou a ler «Um crime no expresso Oriente», de Agatha Christie. Aprecio normalmente este género de literatura – policial. Para além disso, o detetive Hercule Poirot é uma personagem muito interessante, pois consegue encontrar provas dos crimes que nem a polícia encontra.
No caso concreto deste livro, o crime era particularmente difícil de desvendar, no entanto, conhecendo como conheço o detetive, tenho a certeza que vai conseguir descobrir o autor do homicídio.
Paulo Jorge Pereira Silva - 9ºE

Uma pequenina luz

Eu, nas aulas de Português, tive contacto, pela primeira vez, com a poesia de Jorge de Sena. Lemos e analisamos o texto “Uma pequenina luz” e, pelo que entendi, a “pequenina luz bruxuleante” simboliza o desejo da liberdade. O poema foi escrito durante o Estado Novo e as pessoas não podiam falar abertamente no que sentiam.
Através da leitura do texto, percebi que a “pequena luz” era universal e brilhava com firmeza “Aqui no meio de nós”. Isto significa que o desejo de ser livre atravessa as nações, é persistente e sempre atual.
Fiquei a conhecer um pouco mais o ambiente que se vivia durante a ditadura salazarista e ainda bem que, nesse tempo, eu ainda não era nascido.

Pedro Teixeira - 9º E

Os lusíadas em prosa

Estou a ler “Os lusíadas em prosa”, numa adaptação de Amélia Pinto Pais. De acordo com o que li, no início, o poeta anuncia qual vai ser o assunto da sua obra; depois pede inspiração às Tágides, ninfas do rio Tejo. Em seguida, é relatada uma reunião entre os deuses do Olimpo para que decidam se vão ou não ajudar os portugueses a chegarem à Índia – é o consílio dos deuses.
Estou a gostar desta leitura, pois está a preparar-me para o estudo da obra escrita por Camões.

Sandra Fernandes - 9ºE

Meu pé de Laranja Lima

Quando li a obra “Meu pé de Laranja Lima”, de José Mauro de Vasconcelos, fiquei muito sensibilizada com a personagem principal, o Zezé. Para mim, mesmo tendo sido uma criança incompreendida e por vezes maltratada, conseguiu tornar-se um adulto de sucesso, tal como podemos verificar no último capítulo da obra. Achei também muito interessante a amizade criada com o “Portuga”. Este acabou por fazer o papel de seu pai, ouvindo os seus desabafos.
Por tudo isto, aconselho a leitura deste livro, já que o considero muito rico em sentimentos.

Bárbara Novais - 9ºE