Agora que já analisei vários episódios de “Os Lusíadas”, posso dizer que é uma obra fantástica e é muito difícil escolher o meu episódio preferido, porque gosto de todos, mas há um episódio em que a minha curiosidade e a minha atenção se manifestaram mais. Esse episódio é “O Gigante Adamastor”.
Na minha opinião, este episódio tem vários aspetos interessantes, como a glorificação dos portugueses e até o próprio facto de um ser que era tão bravio e assustador se tornar sentimental e frágil, só por causa de uma paixão que não lhe fora correspondida. Talvez fossem estes os motivos de eu ter gostado mais deste episódio. Aqui destacaram-se as personagens Vasco da Gama e o “Gigante Adamastor”. Gama ia em direção à Índia quando é surpreendido por uma assustadora figura que os atormenta e os assusta. O gigante, perante a chegada dos Portugueses, ameaça-os, contudo Vasco da Gama interrompe-o perguntando quem era ele. Só esta pergunta fez mudar o humor do gigante, foi quando este começou por contar a sua paixão por Tétis que não lhe fora correspondida.
Posso concluir que este episódio representa um marco simbólico importante. Camões utiliza-o para glorificar os portugueses, já que o gigante representa todos os obstáculos que eles tiveram de enfrentar e que, por fim, conseguiram vencer.
Joana Costa, 9ºD
Os Lusíadas – Inês de Castro
Depois de já ter lido vários episódios da obra épica “ Os Lusíadas “, o que mais me tocou, a nível emocional, foi o episódio de “ Inês de Castro” que se situa no canto III. As razões que me levam à escolha deste episódio são o facto de ser o episódio mais romântico desta obra e também por falar sobre um acontecimento importante da História de Portugal.
Neste episódio, são-nos apresentadas várias personagens que intervêm na história de diferentes formas. A personagem principal é Inês de Castro, pois é sobre ela que se desenrola a história. Inês, uma frágil donzela espanhola, vive uma grande e ardente paixão com D. Pedro, herdeiro do trono português. Apesar de este amor ser correspondido, era, por outro lado, proibido pelo rei, D. Afonso IV. Contudo, depois da sua morte, D. Pedro torna Inês rainha.
Em suma, podemos refletir sobre o amor, que tanto pode ser bom e agradável, como também pode levar a graves consequências como a morte. E é isso que Camões pretende transmitir ao inserir este episódio na obra. Mais uma vez, podemos ver Camões como um homem que dá grande importância ao amor.
Beatriz Teixeira, 9ºD
A Escola do Bem e do Mal
Este livro fala de uma aldeia onde de quatro em quatro anos duas crianças eram raptadas, supostamente uma boa e outra má. Ninguém sabia para onde iam, o que se sabia era que essas crianças só voltavam a aparecer em contos que eram vendidos na única livraria da aldeia. O livro conta a historia de duas amigas que nesse ano seriam raptadas. Uma bonita de cabelos loiros que queria ser raptada, pois queria ser uma princesa de contos e outra que vivia num cemitério com o seu gato e com a sua mãe que dizia ser uma bruxa. E assim aconteceu, mas não como elas esperavam.
Na minha opinião, foi um livro muito bom, de Soman Chainani, pois eu gosto bastante e livros com mistério. Por ser um livro com mistério, deixa os leitores com curiosidade, o que faz com que não queiram deixar de ler. A história do livro prendeu-me a ele, do início ao fim. As personagens eram bastante diferentes, no entanto, as duas protagonistas são modeladas; algumas personagens secundárias são planas e outras modeladas também. Quanto à linguagem, era subjetiva e por vezes era usada linguagem popular. O livro faz-nos refletir muito sobre o que é correto e o que não é.
Por fim, digo novamente que o livro é bastante bom para quem gosta de mistérios e fantasia. Recomento a sua leitura.
Luísa Carvalho -9ºE
Felicidade Clandestina
O conto Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector apresenta-nos uma história protagonizada por duas jovens, uma tinha “possibilidades”, era filha do dono de uma livraria; já a outra era mais humilde e não tinha tantas possibilidades como a primeira. A jovem “rica” prometeu emprestar um livro à jovem “humilde”, mas, pelo facto de não gostar dela, adiou sempre o “empréstimo” do livro, dizendo sempre que já o tinha emprestado a alguém. A jovem “humilde” ficava triste, mas por sua vez também ficava ansiosa, o que lhe dava um certo prazer. A certa altura, a mãe da rapariga “rica” descobriu o que ela andava a fazer, repreendeu-a e obrigou-a a emprestar o livro à rapariga “humilde”. Esta ficou muito contente por tê-lo, particularmente por ser por tempo indeterminado. Assim termina a história.
Eu gostei bastante deste conto, pois ele mostra-nos que a inveja leva as pessoas a terem atitudes erradas. Um aspeto que me agradou bastante foi a linguagem que a autora utilizou, pois esta era simples, clara e acessível a todas as pessoas. As personagens agradaram-me, pois tinham características muito vincadas e eram o que aparentavam ser. Com este conto, podemos fazer boas reflexões, pois este mostra-nos que o caminho do mal nunca traz bons frutos.
Em suma, aconselho a todas as pessoas a “degustação” deste conto, pois sei que no final vão ter ideias bastantes enriquecedoras. Boa leitura!
Henrique salgado – 9ºE
A Galinha
Hoje, vou fazer uma apreciação crítica do conto A Galinha, de Vergílio Ferreira. Este conto fala sobre a tia e a mãe do narrador que compraram cada uma a sua galinha, mas a tia provocou uma discussão por dizer que a galinha da mãe era melhor que a dela e a discussão vai-se alargar a outras pessoas, chegando até a haver mortes. Depois, quando voltou a paz, a tia foi à casa do narrador lamentar a morte da sua mãe e pedir para trocar a galinha de novo e eles trocaram, mas, sem se aperceber, a tia trocou de novo as galinhas.
Este conto agradou-me por várias razões. Uma das razões é que este texto nos ensina que não devemos ser invejosos e egoístas, pois isso não nos leva a lado nenhum. Também gostei das personagens, pois, quando lemos o conto, conseguimos discernir as suas características. Gostei igualmente da linguagem utilizada e do tema. Considero que nos podemos lembrar deste texto, no dia-a-dia, por exemplo, quando estamos a discutir com um amigo por uma coisa estúpida, isto porque, à semelhança do conto, essas discussões podem ter graves consequências.
Concluindo, este conto agradou-me, pois ensina-nos que sermos invejosos e egoístas não nos traz nada de bom.
José Soares - 9ºE
Souad, Queimada Viva
Hoje vou escrever sobre um livro que nos apresenta uma história verídica bastante marcante. O livro intitula-se Souad, Queimada Viva, foi publicado em 2003 atingindo bastante sucesso. A história passa-se na Cisjordânia e aborda os crimes de honra. A protagonista, Souad, é uma rapariga que vive numa aldeia e que tem como principal função as lides da cada e a preparação para o seu futuro casamento. Esta rapariga é tratada com desprezo pelos pais, tal como as suas irmãs. Efetivamente, nesta família, a única pessoa a ter direito ao afeto dos pais é o irmão (este é também o único que estuda). Como deu para ver, o sexo feminino é tratado muito abaixo do masculino.
Souad, apesar de ter uma vida difícil, a meu ver, demostrava uma certa felicidade. Certo dia, ela cometeu o maior erro da sua vida, apaixonou-se pelo seu vizinho e engravidou. Ainda tentou esconder a sua “situação”, mas, como era de calcular, foi descoberta pela família. É a partir deste momento que acontece a grande reviravolta na história. Souad tinha ido contra as leis fundamentais da sociedade, tinha “pecado” e por isso tinha que pagar. Então os pais decidiram matá-la e sentenciaram-lhe a morte pelo fogo: Souad foi “regada” com gasolina e acabaram por lhe atear fogo, foi “queimada viva”. Então, esta foi parar ao hospital com vida e grávida. Quando se encontrava no hospital, a mãe tentou matá-la novamente, mas não conseguiu. Foi aí que uma voluntária, de nome Jacqueline, decidiu ajudar Souad. Então, fez um acordo com os pais da moça: fá-la-ia “desaparecer” e os pais teriam a sua honra reposta. Foi a partir desse momento que Souad começou a melhorar e acabou por ter o seu filho. No entanto, devido às mazelas que tinha sofrido, não conseguiu cuidar dele, dando-o para adoção. Mais tarde, já na Europa (suíça), Souad acabou por se apaixonar novamente, casou e teve duas filhas.
Aconselho a todos a leitura deste livro, pois mostra-nos um pouco do mundo que desconhecemos e leva-nos a ter pensamentos e reflexões sobre a nossa vida, o que é bastante agradável!
Henrique Salgado – 9ºE
Outsider
Eu li o livro Outsider, que é da autoria de Francisca Mendes, uma rapariga de dezasseis anos, que frequenta o 11º ano da escola Secundária de Fafe, no curso de Humanidades.
Este livro é o primeiro de uma trilogia e fala-nos de um jovem de dezassete anos, que dá pelo nome de Adam, que vivia com o pai num sítio isolado do resto do mundo. Ele, a dado momento, foi levado pelo pai para uma herdade e a partir daí ele embarca numa viagem perigosa e até sem retorno. Este fez grandes amigos por quem teve um grande afeto, acabando por se apaixonar por uma rapariga, de nome de Chloe. Esta é uma rapariga por quem Adam tem muito carinho, e várias vezes tenta afastar-se dela para não a magoar.
Adam é um rapaz forte, aventureiro e destemido, contudo, ao longo do tempo, vai deparar-se com inúmeras memórias que o vão levar ao desespero. Então, entre sonhos, amor e esperança terá que se levantar para proteger aqueles que mais ama.
Eu recomendo a leitura deste livro, pois é muito interessante e de fácil leitura. E confesso que estou muito empolgada para começar a ler o segundo livro da trilogia.
Joana Costa - 9ºD
Um Dia Destes
Na aula, lemos o conto Um Dia Destes, de Gabriel Garcia Marquez, que fala da história de um dentista que se encontrava a fazer o seu trabalho habitual e que recebe um cliente inesperado, a quem ele não queria atender. Apesar de não o querer, este teve de o fazer, pois, caso contrário, seria morto. O cliente era um alcaide que estava com uma inflamação num dente molar e se encontrava com muitas dores. O dentista lá atendeu o alcaide, mas tirou-lhe o dente sem anestesia, fazendo-o assim sofrer muito. Depois, o alcaide foi embora, com uma despedida breve.
Este conto agradou-me imenso, deu-me incentivo à leitura, devido ao suspense transmitido, em relação ao que aconteceria ao longo do texto.
Acho que o dentista demonstrou a sua raiva por estes alcaides, pessoas que matavam sem dó, tanto inocentes como culpados, ao “vingar-se” deste, através do sofrimento que lhe causou ao tirar aquele molar sem a anestesia. Assim, estou convencida que o dentista lhe mentiu quando lhe disse que não a podia usar.
Em conclusão, este conto transmite ao leitor uma ideia de vingança contra os poderosos, mas sem o uso de uma arma. O dentista, para vingar as mortes injustas levadas a cabo pelo alcaide, usou o seu trabalho diário, o que foi, na minha opinião, uma atitude inteligente. Talvez, se eu fosse o dentista, fizesse o mesmo.
Ana Sofia Castro - 9ºE
Escola: Os Piores Anos da Minha Vida
Eu li o livro Escola: Os Piores Anos da Minha Vida. Adorei lê-lo, pois conta histórias engraçadas sobre Rafe, um rapaz com estilo.
Ele, naquele ano, viveu aventuras inacreditáveis, como: lutar contra uma professora diabólica; apaixonar-se pela miúda mais gira da escola; meter-se num negócio de venda de bebidas, entre muitas outras coisas.
Por ser um livro interessante, eu recomendo a todos a sua leitura.
Pedro Monteiro – 8ºC
O Diário de Anne Frank
Vou falar sobre um livro que se chama Diário de Anne Frank. Este livro fala de uma rapariga chamada Anne Lies Marie Frank, que tinha treze anos e era judia. Durante a segunda guerra mundial, ela e a sua família tiveram de se esconder no anexo secreto que existia no escritório da empresa do seu pai. Passaram lá dois anos muito duros. Com eles estava também outra família.
Anne sentia-se, muitas vezes, triste e sozinha, discutia frequentemente com a sua mãe e não gostava dos outros moradores. A convivência entre eles foi-se tornando cada vez mais difícil, por causa do stresse e da partilha de comida e de quartos. Às vezes, eles ouviam barulhos, vindos do escritório, que os deixavam aterrorizados, pois pensavam que iam ser descobertos. Anne, inicialmente, não gostava de Peter, o filho do casal Van Daan, porque o achava irritante e convencido. No entanto, com o passar do tempo, foi-o compreendendo, até se apaixonar por ele.
Entretanto, as pessoas que os ajudavam foram presas e eles, desde aí, começaram a passar fome. De seguida, foram encontrados e levados para campos de concentração onde acabaram por morrer. Anne tinha quinze anos. O único sobrevivente foi o seu pai, Otto Frank, que encontrou o diário da filha e, juntamente com uma escritora, o publicou, vindo a alcançar um grande sucesso. O livro foi copiado por muitos autores e existem vários espalhados pelo mundo, traduzidos em várias línguas, mas o verdadeiro está guardado em Berlim. O anexo onde estiveram escondidos está disponível para visita e lá pode-se ver as más condições em que eles viveram durante dois anos.
Aconselho a leitura deste livro e a visita ao museu onde o mesmo se encontra.
Juliana Rodrigues – 9ºE
O Meu Pé de Laranja Lima
A parte desta obra que mais me emocionou foi exatamente a última página. Porquê? No final, há uma frase de que gostei bastante, que é dita por Zezé ao Portuga. Agora Zezé já tem quarenta e oito anos e diz:
- Bem, meu Portuga, acho que a mim me ensinaram as coisas cedo de mais.
Esta foi a frase que mais me marcou, pois mostrou-me que mesmo agora talvez o Zezé ainda sofra com as coisas que lhe aconteceram em criança. Ele sofreu violência, sentiu-se um lixo e o único amigo que ele tinha morreu. Mas, mesmo assim, ele conseguiu tornar-se uma pessoa bem-sucedida.
Em conclusão, admito que foi um livro de que gostei bastante, pois mostrou-me que algumas crianças podem ter uma vida difícil, mas, mesmo assim, se quiserem, podem tornar-se adultos de sucesso.
Mara Mendes – 9ºE
Felicidade Clandestina
Na aula de português, li e analisei o conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector.
O conto começa com a apresentação de duas raparigas. Uma menina “rica” tinha o que todas as meninas naquela altura queriam, um pai dono de uma livraria. A menina “rica”, a dado momento, exerceu um tipo de ”tortura chinesa” sobre uma sua colega. Esta queria muito um livro que a outra tinha, ela disse-lhe para aparecer em casa dela no dia seguinte para lho emprestar. E assim foi, lá estava a menina à porta da sua casa, à espera que esta lho emprestasse. Contudo, a menina “rica” afirmou que não tinha o livro e disse para voltar no dia seguinte e assim foi. Mas isto não ficou por aqui, a menina todos os dias ia à casa dela e saia de lá ouvido sempre a mesma resposta. Num dia, a mãe da menina “rica” descobriu tudo e emprestou-lhe o livro pelo tempo que ela quisesse. Esta, então, teve uma relação de enamoramento com o livro.
Eu considero este conto surpreendente devido ao facto de um livro nos poder dar este sentimento de enamoramento e também por nos mostrar como uma pessoa que tinha inveja da sua amiga exerce uma tortura sobre ela.
Este conto, escrito em português do Brasil, apresenta-nos características muito claras das personagens principais, o que nos facilita a compreensão da ação.
“Felicidade Clandestina” agradou-me, por ser de fácil leitura e pela forma como a história está desenvolvida.
Joana Costa,9ºD
Uma Jogada com Cabeça
Eu li o livro Uma Jogada com Cabeça, no Plano Nacional de Leitura, do autor Nuno Magalhães Guedes.
Algo estranho se passava quando o craque JP quase não conseguia tocar na bola. Num encontro duríssimo, conseguirá o Megamax Futebol Clube dar a volta ao resultado? Para saber, terá de ler este interessante livro sobre futebol. O pior foi quando, na festa da escola, o Zé decidiu apostar que era capaz de dar cem toques seguidos, de cabeça, sem deixar cair a bola. Era a honra de Megamax que estava em jogo e a Brigada Operacional de Luta Anti-Futebol tudo faria para que ele perdesse a aposta.
Eu gostei de ler este livro porque fala sobre futebol e eu sou um apaixonado por essa modalidade desportiva, por isso, recomendo a sua leitura a todos os amantes de futebol.
Sérgio Ribeiro – 9ºD
A Ameaça da Bola F.
No Plano Nacional de Leitura, eu li o livro A Ameaça da Bola F., da autoria de Nuno Magalhães Guedes.
O JP e os amigos são fanáticos por futebol! Não admira, por isso, que os jogos de sábado à tarde no relvado do bairro sejam o acontecimento mais importante em toda a semana. Ao JP juntam-se o primo Manel; Pedro, o super guarda-redes; Miguel mais o seu “pé-canhão”; e muitos outros craques, tais como o Tiago que se julga tão bom a dar orientações à equipa como em investigações policiais. Infelizmente, há quem não perceba a magia do melhor jogo do mundo: aparece na escola a misteriosa Bola F. (Brigada Operacional de Luta Anti-Futebol), decidida a lhes estragar o divertimento e os planos para formar um verdadeiro clube.
Eu achei este livro muito interessante devido a falar de futebol, o desporto de que mais gosto. Recomendo a sua leitura principalmente a quem aprecia essa modalidade.
Tiago Fernandes – 9ºD
Felicidade Clandestina
O texto “ Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector, é um conto que nos remete para a distinção de duas personagens. O texto fala-nos de uma menina “ gorda, sardenta e feia”, com um bom nível económico familiar, por o seu pai ser dono de uma livraria; e uma menina “ linda, de cabelos lisos”, com menos condições económicas. Estas duas meninas eram colegas de turma, então a menina disse à outra que lhe emprestava um livro que ela queria muito ler e para o ir buscar à sua casa. A menina lá foi, mas esta dizia que o livro não estava, pois tinha-o emprestado. Esta ida lá a casa repetiu-se por um tempo indeterminado. Até que um dia, a “mãe boa” da menina, ao reparar na atitude que a sua filha estava a ter, emprestou o livro à sua colega e permitiu-lhe que ficasse com ele, durante o tempo que quisesse. Então a narradora estabeleceu uma relação e enamoramento com o livro.
Eu aprecio este texto devido ao facto da narradora estabelecer uma relação de prazer com o livro, pois sei do que se trata, devido à experiência própria, pois, sempre que lemos um livro de que gostamos, tentamos prolongar essa experiência, para que não chegue o final. As personagens são distinguidas socialmente, sendo uma mais pobre e outra mais rica, contudo, esta menina sentia muita inveja da outra, uma vez que ela era mais bonita. Por esse motivo, cria um plano de vingança através do livro. A linguagem utilizada é bastante expressiva e de fácil compreensão, sendo usado o Português do Brasil. Com este texto, podemos concluir que damos mais valor ao que obtemos com mais dificuldade, como aconteceu com a narradora deste conto.
Em conclusão, recomendo a leitura deste conto, pois, além de ser interessante, tem uma leitura bastante apelativa que nos ensina a reconhecer problemas sociais que existem.
Maria Beatriz Teixeira, 9ºD
Uma aventura entre Douro e Minho
Eu li o livro “Uma aventura entre Douro e Minho”, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
Este livro fala-nos pelo Norte do país. Os jovens foram para uma casa antiga em Rates. Aí, conheceram o professor Armindo, um entusiasta do património da sua terra. Então, ele ensinou-lhes a lenda da “bicha moira”, que se inclui na história. Em seguida, foram para Guimarães, Braga, Viana do Castelo, Ponte de Lima, entre outros locais, com um grupo de raparigas e rapazes da idade deles. Segundo nos é dito, as terras que eles visitaram eram muito bonitas.
Eu aconselho a leitura deste livro porque nos mostra cidades interessantes e tem um vocabulário acessível. Eu gostei muito de o ler.
Ana Beatriz Oliveira, 9ºD
Outsider
“Outsider” é um livro da autoria de uma jovem
fafense que fala de um jovem chamado Adam, que vive isolado do mundo.
Com 18 anos, Adam foi levado para uma
instituição de crianças. Com o passar do tempo, ele apaixona-se por uma
rapariga chamada chloe e prepara uma fuga, pois sabe que um dia vai ser
assassinado pelos chefes da instituição. Adam era aterrorizado pelo “Sem Nome”,
um diabo. Chega um dia em que Adam se apercebe que é o dia em que vai ser
assassinado, e então foge. Depois, na floresta, mortes misteriosas sucedem-se,
até que chegou à cidade e ficou a saber que “Sem Nome” é seu irmão.
Gostei muito deste livro pelo que foi
falado, pelas personagens e pela linguagem. As personagens são como muitas
pessoas do nosso dia-a-dia que vivem isoladas do mundo e que são deixadas de
parte, pessoas que não conseguem encontrar a sua liberdade. Aconselho toda
gente a ler este livro, pois é muito interessante.
João, 9ºE
O Meu Pé de Laranja Lima
Eu li o romance “O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos. Para mim, a parte mais comovente foi o acidente do Portuga, em que ele tentou fazer a travessia da linha do comboio, mas não conseguiu passar a tempo e acabou por morrer.
Quando o acidente aconteceu, o Zezé estava na escola e ficou a saber da tragédia quando um dos seus colegas chegou atrasado e disse que o carro do Portuga tinha sido esmagado pelo comboio. Zezé então saiu da escola e foi até ao local do acidente onde foi impedido por um homem de ver o corpo do Portuga.
Na sequência deste acontecimento, Zezé fica gravemente doente, o que mostra que eles tinham realmente uma grande amizade.
Luísa Carvalho, 9ºE
Feras e Heróis
O nome do livro que eu li Eu li chama-se “Feras e Heróis” e o autor é Adam Blake.
Seis feras terríveis do Feiticeiro Negro capturaram as feras boas de Avantia. Agora, elas encontram-se aprisionadas no Reino das Trevas e o Tom tem de as salvar. Ele e os seus companheiros têm de derrotar Skor, o cavalo voador. A viagem é muito perigosa, até porque Skor preparou muitas armadilhas que vão dificultar a vida de Tom.
Na minha opinião, o livro é interessante. A cada capítulo que lia, o meu interesse aumentava.
Sara Costa, 8ºC
O Megamax contra o Megamax
Eu li um livro chamado “O Megamax contra o Megamax”, de Nuno Magalhães Guedes. Este livro é o último da coleção “Objetivo Gol”.
Este livro fala de uma equipa de futebol, chamada “Megamax Futebol Clube”, composta pelos amigos JP, Zé, Canário, Pé Canhão e muitos outros e treinada pela treinadora Teresa. Esta equipa de futebol decidiu participar num torneio de futebol chamado “A Seleção do Futuro”, mas havia um problema: cada equipa tinha de jogar com seis jogadores e, como tinha muitos elementos, a equipa Megamax teve de se dividir em duas. O livro termina com um jogo entre a “Megamax um” e a “Megamax dois” que termina com a vitória desta última.
Eu gostei muito deste livro, pois a história é engraçada e, além disso, sou apreciador de futebol. Aconselho a sua leitura a quem tiver os mesmos interesses.
José Pedro Salgado, 9ºE
Assobiando à vontade
O texto “Assobiando à vontade”, escrito por Mário Dionísio, fala-nos sobre a rotina da hora de ponta em Lisboa, num elétrico.
Nesse elétrico, há um senhor que se destaca, por se querer sentar no único lugar vago, onde estava uma senhora de classe alta (e “fortezinha” de corpo), no banco ao lado. Como o senhor pertencia à classe baixa, a senhora ficou incomodada a olhar para ele, até porque tinha acabado de empurrar toda a gente só para se sentar naquele lugar. Depois de se sentar, o senhor começou a assobiar muito à vontade, fazendo assim com que todos ficassem a olhar para ele, com caras de incomodados. Uma menina, que ia sentada um banco atrás e que já estava farta de estar ali parada a olhar para a rua, interessou-se por aquele assobio e começou a bater palmas. Mas rapidamente foi parada pela mãe que estava sentada ao seu lado. Entretanto, o senhor do assobio saiu do elétrico, pondo toda a gente, por momentos, a rir, esquecida da dignidade.
Na minha opinião, o senhor não deveria ter começado a assobiar, pois estava num transporte público e deveria respeitar as pessoas à sua volta.
Mariana Vale, 8ºC
A verdade nua e crua
Eu li o livro “A verdade nua e crua” da coleção “o diário de um banana” cujo autor é Jeff Kinney.
Greg sempre teve muita pressa de crescer. No entanto, à medida que vai ficando mais velho, começa a perceber que afinal crescer pode não ter assim tanta piada. Ele vai ter de ultrapassar os seus obstáculos sem recorrer à ajuda do seu ex melhor amigo, Rowley, dado que se zangaram no verão devido a uma grande discussão. No início, ele pensava que a zanga só ia durar uma semana, mas estava enganado. Passou bastante tempo e Greg teve de enfrentar, sozinho, vários problemas: borbulhas, paixonetas, as aborrecidas reuniões familiares, os trabalhos de casa que agora tem de fazer com o seu pai e o facto de ter de tomar banho com os colegas no balneário da escola. Passados dois meses, Rowley volta a casa de Greg para fazerem as pazes e voltaram a ser melhores amigos.
Na minha opinião, o Greg tinha razão ao dizer que crescer não tinha piada, porque eu também sou uma adolescente e sei que a adolescência apresenta vários desafios. Passar por esses desafios com um bom amigo é sempre mais fácil
Ana Beatriz Correia, 8ºC
Futebol Radical
O livro que eu li chama-se o “Futebol Radical” e é da autoria de Nuno Magalhães Guedes.
Na semana radical, que ocorre anualmente, o JP, os primos Manel e Pé Canhão, o super guarda-redes Pedro e os outros craques do Megamax Futebol Clube têm de enfrentar uma das equipas mais arrogantes de sempre. Um torneio de futebol muito estranho é o palco para um dos maiores desafios do clube. Mite, o mais arrogante e provocador líder da equipa adversária, juntamente com os seus companheiros, vão ser uma equipa difícil de vencer. Assim, o Megamax vai ter muitos desafios a percorrer.
Eu recomendo a leitura deste livro, pois estabelece uma interação com o público, o que se torna fascinante.
João Pedro Oliveira, 8ºC
A Galinha
Eu li o conto “A Galinha”, de Vergílio Ferreira.
Este conto fala de duas senhoras, a mãe e a tia do narrador. Elas foram à feira e compraram cada uma a sua galinha de barro. A mãe do narrador ia embora e a tia ainda ia ficar, por isso esta pediu-lhe que levasse a sua galinha. Ela aceitou. Quando a tia chegou à casa da mãe do narrador, acusou-a de ter trocado as galinhas. Gerou-se uma grande discussão que se alastrou por toda a população que foi buscar desavenças antigas.
Quando a mãe do narrador morreu, a tia foi falar com o sobrinho e pediu-lhe para trocar novamente as galinhas. Ele, zangado, ofereceu-lhe as duas, mas ela não aceitou. Depois de ela sair, ele partiu a galinha e reparou que, lá dentro estava uma estampa da Santa Bárbara que pertencia à sua mãe.
Com este conto, conclui-se que não se deve ser invejoso e achar que o que é dos outros é sempre melhor. Aconselho a leitura deste conto porque, na minha opinião, transmite uma importante lição de moral.
Ana Beatriz Oliveira, 9ºD
Assobiando à vontade
Eu li o conto “Assobiando à vontade”, incluído na obra “O dia cinzento e outros contos”, da autoria de Mário Dionísio Assis Monteiro. Resumidamente, este texto fala sobre as convenções sociais.
Numa viagem de elétrico, na capital, o ambiente estava tranquilo até que, de repente, um homem de chapéu coçado e sobretudo castanho avançou sobre a multidão para ocupar um lugar vago, acabando por se sentar ao lado de uma mulher opulenta e de uma classe social superior. Depois de se instalar, começou a assobiar, quebrando as regras de compostura. Nesse mesmo momento, causou alguma interferência na viagem dos restantes passageiros. Rapidamente, uma criança começou a aplaudir, pois gostou do que o homem estava a fazer, sendo, contudo, avisada pela mãe para se calar e se comportar com modos. Mais tarde, esse homem acabou por sair do elétrico. À sua saída, os restantes passageiros riram-se, voltando, logo de seguida, ao seu estado inicial e ficando assim o resto da viagem.
Na verdade, posso dizer que fiquei bastante impressionada com a coragem daquele homem porque, em primeiro lugar, não se importou com o que os outros passageiros pensassem de si; em segundo lugar, por ser teimoso e conseguir alcançar o que realmente queria (aquele lugar vago). Pelo contrário, não gostei da atitude de superioridade dos outros passageiros, devido às roupas modestas e personalidade diferente de alguns. Na minha opinião, este é um conto bastante interessante, pois apresenta a realidade dos nossos dias, tentando também abrir os olhos à sociedade.
Em conclusão, posso acrescentar que não devemos olhar para o aspeto físico, apenas para o lado psicológico, pois não se escolhe um livro apenas pela capa.
Ana Beatriz Correia, 8ºC