terça-feira, 9 de junho de 2015

O Sonho - Sebastião da Gama

Nós lemos o poema O Sonho, de Sebastião da Gama.
De acordo com o sujeito poético, o que importa é sonhar. Concretizar ou não o sonho é indiferente, o importante é termos fé, esperança e colocarmos a nossa alma no sonho que tentamos perseguir. Há palavras que remetem para a ação “Partimos. Vamos”. Assim, o que importa é tentarmos. Este texto é constituído por quatro estrofes; uma quintilha, uma sétima, e dois monósticos.
Na nossa opinião, este texto é muito interessante, porque nos aconselha a seguirmos os nossos sonhos e na idade em que estamos temos muitos sonhos.
    Bruna Silva, Nº1 - 7ºD

    Daniela Nogueira, Nº7 - 7ºD
Lágrima de Preta - António Gedeão

Eu li o poema Lágrima de Preta, de António Gedeão.
Pelo que eu percebi, o sujeito poético faz uma experiência química com uma lágrima de preta. Depois de ter sido colocada no tubo de ensaio, misturada com ácidos e sais, no frio e no quente, verificou-se que a lágrima continha água e cloreto de sódio, ou seja, os componentes normais das lágrimas.
Na minha opinião, o sujeito poético pretende transmitir a mensagem de que, brancos ou negros, somos todos iguais.

Diogo Rafael Mendes Ribeiro, Nº8 - 7ºD
A Espera - Miguel Torga

Eu li o poema “A Espera”, de Miguel Torga.
Este texto fala sobre a espera de uma mãe que vê o seu filho partir numa expedição, na época dos descobrimentos. Como tal, manifesta sentimentos de angústia. O texto diz que o coração da mãe parou, enquanto o filho não regressou, ou seja, é como se a mãe tivesse deixado de viver.
Na minha opinião, é natural que a mãe tenha ficado angustiada, pois aquelas viagens eram muito perigosas.

Sebastien Cima Méjanès, Nº23 - 7ºD