terça-feira, 22 de abril de 2014

E tudo era possível

Quando li o poema de Ruy Belo “E tudo era possível”, fiquei com a impressão que o sujeito poético estabelece um confronto entre o passado e o presente.
O sujeito poético caracteriza o passado como um momento de felicidade em que ele achava que tudo era possível; ao passo que, o presente é caracterizado como um momento em que ele percebe que não conseguirá concretizar todos os seus sonhos. Quando diz ”Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer”, sugere-se que entre a infância e a idade adulta já passou muito tempo.
Relativamente à forma, o texto é um soneto, porque é constituído por duas quadras e dois tercetos. Gostei também de ter feito a divisão de versos em sílabas métricas, tendo verificado que os mesmos são dodecassílabos ou alexandrinos.

Ricardo Ferreira - 9ºA

Os Lusíadas - Consílio dos Deuses

O episódio do “Consílio dos Deuses” realizou-se no Olimpo para que as divindades se pronunciassem sobre o futuro dos portugueses no Oriente.
No consílio, quatro deuses intervieram sobre o futuro dos portugueses. Vénus apoiava-os, porque eram parecidos com os Romanos, que eram descendentes do seu filho Eneias. Baco era contra porque tinha inveja e medo de perder a sua influência na India. Marte era a favor porque era apaixonado por Vénus e considerava-os um povo guerreiro. Júpiter concorda com Vénus e Marte porque os considerava um povo de grande valor e reconhece que já tinham passado por muitas dificuldades.
Este episódio mostra que os portugueses são motivo de discussão entre os deuses, o que os engrandece.


Tiago Gonçalves - 9ºE