terça-feira, 28 de abril de 2015

O Cavaleiro da Dinamarca – Sophia de Mello Breyner Andresen

Este livro conta a história de um cavaleiro que vivia numa floresta, na Dinamarca, com a sua família. Como o Natal na sua casa era igual todos os anos, ele decidiu, no ano seguinte, ir até à Palestina, à gruta onde Jesus nasceu.
Quando chegou a primavera, o cavaleiro lá foi, mas quando chegou à Palestina, ainda faltava muito para o Natal. Então, seguiu viagem com outros peregrinos para Jerusalém e visitou os lugares santos. Quando chegou a noite de Natal, ele foi para a gruta e lá rezou. Entretanto, decidiu ficar na Palestina mais algum tempo. Em finais de fevereiro partiu para Jafa e, nessa viagem, arranjou um amigo, o Mercador de Veneza. Depois foram para a Itália e o Mercador convidou-o a ir até Veneza. Já nessa cidade, o Cavaleiro ficou na casa do Mercador. Passado um mês, o cavaleiro partiu para Florença e procurou o Banqueiro. Consigo levou uma carta do Mercador a recomendar ao Banqueiro que o recebesse bem. Algum tempo depois, ele partiu para Génova, mas foi obrigado a pedir ajuda num convento, porque adoeceu. Quando chegou ao Porto de Génova, os navios já tinham partido todos em direção à Flandres, pelo que o Cavaleiro decidiu ir a cavalo até Bruges e daí até à Dinamarca. Seria uma longa e dura viagem através da França, em pleno inverno. Depois de chegar à Flandres, dirigiu-se à casa do Negociante Flamengo, levando uma carta de recomendação do Banqueiro. Alguns dias depois, o Cavaleiro partiu para a sua terra natal, a Dinamarca. Mas, antes de lá chegar, chegou a uma povoação já próxima da floresta e atravessou-a. Com a alegria de chegar a casa, pôs de lado a fome e o cansaço. Nesse momento, quando se julgava perdido, viu um triângulo brilhante que o ajudou a encontrar o caminho para casa. Ao princípio, pensou que fosse uma fogueira, mas quando lá chegou, viu uma árvore ao pé da sua casa iluminada com dezenas de pequeninas estrelas. Por essa razão é que, no Natal, se enfeitam os pinheiros.
Na minha opinião, este conto foi muito interessante. Achei fantástico o longo caminho que o Cavaleiro percorreu até chegar a casa. Acho também que a autora quis explicar por que motivo se enfeitam os pinheiros no Natal. É por isso que este texto interessa a milhares de crianças.

                               Maria Beatriz Teixeira, nº 14 - 7ºD
Mestre Finezas - Manuel da Fonseca

Nós lemos o conto Mestre Finezas do autor referido. Trata da história de um barbeiro que tinha muito talento para representar e tocar violino.
O narrador, o Carlinhos, recorda com saudade as récitas dos amadores dramáticos da vila em que o Mestre Finezas era o ator que mais se destacava. Era um tempo em que as pessoas da vila apreciavam a arte. Atualmente, carlinhos, já adulto, conversa com Mestre Finezas e observa a miséria em que ele vive. Com muitas dificuldades para sobreviver, vende quase tudo, menos o violino. Ao mesmo tempo, ele queixa-se da falta de sensibilidade das pessoas para a arte.
Nós achamos este texto interessante, embora o Mestre Finezas tenha tido um final triste. Se era um homem com tanto talento, nós achamos que ele devia ter um final mais feliz.

Filipe Ferreira, Nº9 – 7º D e Paulo Sousa, Nº18 – 7º D
O Cavaleiro da Dinamarca – Sophia de Mello Breyner Andresen

Eu li O Cavaleiro da Dinamarca escrito por Sophia de Mello Breyner Andresen. Esta obra relata a viagem de um cavaleiro dinamarquês da sua terra até a terra santa. O que o levou a fazer essa peregrinação foi a sua grande fé.
Depois de ter visitado a lugares santos, no regresso, passou por muitos locais e conheceu muitas pessoas. Um dos locais onde ele esteve foi a cidade de Veneza, na Itália. Lá, ficou hospedado na casa do mercador. Quando, numa ocasião, estavam a olhar em frente, o mercador contou-lhe que naquela casa já tinha morado uma jovem muito bela, Vanina. Então começou a contar a história de amor de Vanina e Guidobaldo. Em resumo, eles estavam apaixonados, mas o tutor de Vanina, Jacob Orso, não permitia, pois tinha-a prometido em casamento ao seu amigo Arrigo. Então os dois jovens fugiram, casaram na Capela dos Marinheiros, partiram de barco e nunca mais foram vistos. Muitas coisas mais aconteceram, durante a obra, mas foi desta história que eu gostei mais, porque, apesar das contrariedades, os dois jovens ficaram juntos.
Aconselho a todos a leitura deste texto, porque aprendemos muito com ele.


                         Rui Pedro Carvalho, nº 21 - 7ºD
O Romance de Rita R. – Ana Saldanha

A narradora, certa vez, veio passar uma semana à casa da sua irmã no Porto.
Estava na internet, quando encontrou um anúncio de um computador usado, a um ótimo preço. Então decidiu comprá-lo. Encontrou-se com um senhor num café e levou o computador. Já em Londres, ligou-o pela primeira vez e descobriu que havia muitos documentos, imagens, receitas e gravações de voz. Então procurou o número de telefone do senhor que lhe tinha entregado o computador, mas não o encontrou em lado nenhum. Então o melhor amigo da narradora disse-lhe que podia ver os ficheiros, já que tinha comprado o computador. Então a narradora ficou fascinada com o autodiário de Rita R, uma adolescente, que tinha escrito um romance. Então decidiu escrever um livro sobre o que ouviu nas gravações colocou-lhe também várias fotos, receitas e e-mails. Mandou-o para o seu editor e foi assim que nasceu O Romance de Rita R.
Na minha opinião, o livro é muito interessante, principalmente o facto da autora ter colocado imagens, receitas, e-mails. Acho que isso tornou o livro menos cansativo. Penso que este livro ficará sempre na minha memória.


Joana Catarina Alves, nº 12 - 7ºD
Pó de Estrelas – Jorge Sousa Braga

Eu li a obra Pó de Estrelas do autor Jorge Sousa Braga. É um livro de poemas acompanhado com ilustrações de Cristina Valados. O poema que eu mais apreciei foi o seguinte:

O Universo

Uns dizem que é aberto
Outros que é fechado
Outros ainda que é plano,
Cada um consoante o seu desejo.
Para mim o universo
Tem a forma de um beijo.

Eu gostei deste texto, porque apresenta a interpretação que cada um faz sobre a palavra universo. Depois o sujeito poético diz que para ele o universo tem a forma de um beijo. Eu acho que esta ideia transmite uma mensagem de paz e harmonia entre todos.


Sérgio Alexandre Marques Ribeiro - 7ºD
A Pirata – Luísa Gomes

A História Aventurosa de Mary Read que faz parte da obra A Pirata baseou-se na vida de uma mulher que existiu. Trata-se de uma biografia ficcionada, o que significa que nem tudo no livro é verdadeiro. Mary Read era uma mulher pirata que nasceu na Inglaterra e morreu na prisão, no século XVIII.
Como queria andar no exército, Mary Read dizia ser Mark Read, porque só os homens podiam ser soldados. Ninguém suspeitava que ela era mulher, até que um dia Bastian viu os seus peitos e pensou logo que ela era uma mulher. Ela já suspeitava, mas agora tinha a certeza. Bastian, no seguinte, encontrou Mary sozinha no bosque, onde eles tinham montado o acampamento. Ele aproveitou o momento para lhe confessar que sabia o segredo dela, depois disso, ele começou a querer agarrá-la e a empurrá-la para o meio das árvores. Mary não gostou do que ele fez e pensou logo em lhe dar uma lição, pois ele estava a precisar. E deu-lhe uma lição! Deitou-o ao chão, colocou-lhe um joelho no peito e ameaçou-o. Depois de ele lhe fazer umas insinuações deselegantes, ela levantou-se e afastou-se do local, mas antes ainda o agrediu.
Passado uns tempos, Mary confessou que estava apaixonada por Bastian e até decidiram casar, mas só quando a campanha acabasse, pois não queria ser expulsa nem queria que os amigos descobrissem que eles namoravam. Mary sabia que apaixonar-se por alguém era uma coisa muito séria, mas mesmo assim queria casar-se com Bastian!
Eu gostei muito desta história, porque é muito interessante e apaixonante! Esta narrativa que conta uma história de amor está muito bem escrita e é muito bonita. Eu adorei o texto.

Alexandra Barbosa, Nº 1 – 7º E
Os Cinco e a Ciganita – Enid Blyton

A Zé estava excitada, pois iam chegar os seus primos preferidos. Depois de chegarem, mataram as saudades todas.
Entretanto, enquanto os pais da Zé estavam de férias, alguém assaltou o casal Kirrin. Em seguida, a Zé e o Tim desapareceram, mas a Ana, o Júlio e o David não ficaram de braços cruzados. Acharam que devia haver alguma ligação com o assalto. A João, que é a chamada ciganita, disse que os podia ajudar a encontrá-los, mas teriam de andar muito até ao Torre Vermelha, que era o homem que tinha a Zé e o Tim (o cão). Quando lá chegaram, tiveram de o enfrentar e também ao seu ajudante, Markoff. O pai da João também estava metido naquilo.
Por fim, acabou tudo bem com a ajuda da polícia. Ficou-se a saber que tinham raptado a Zé e o Tim para os poderem trocar pelos valiosos cadernos do cientista Alberto Kirrin, mas não conseguiram o que pretendiam. Finalmente ficou tudo bem, os pais da Zé em Espanha sossegados e os miúdos a terem o resto de umas férias fantásticas.
Eu gostei muito deste livro, porque foi muito interessante e eu adoro aventuras. Recomendo-o a quem gostar de aventuras. Vou continuar a ler os livros todos de “Os Cinco”.


Juliana Rodrigues, nº 14 - 7ºE